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AZEITÃO A NOSSA TERRA - PATRIMÓNIO E HISTÓRIA
 
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FAUNA DO PARQUE E DO ESTUÁRIO: RÉPTEIS - BATRÁQUIOS E ANFÍBIOS
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Reply  Message 1 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR  (Original message) Sent: 24/05/2010 15:18
RÉPTEIS - BATRÁQUIOS E ANFÍBIOS

 

 
 
LAGARTIXA DE DEDOS DENTEADOS
(Acanthadarty lus erybrurus)

HABITAT: Vivem em ambientes arenosos, no entanto também vivem em zonas de pinhal. A lagartixa vive em zonas de baixa altitude abaixo de 700m.

REPRODUçãO: Põe em geral de 2 a 7 ovos.

ALIMENTAçãO: Aranhas, formigas, escaravelhos, e outros insectos, restos de vegetais, folhas e flores de algumas plantas.

COMPORTAMENTO: É um animal extremamente veloz .Quando hiberna enterra-se entre as raízes da vegetação, escava galerias e aproveita as tocas dos ratos e dos coelhos. A Lagartixa só está bem ao sol.

SITUAçãO ACTUAL DA ESPÉCIE: Pode vir a estar em vias de extinção.



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Reply  Message 8 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 15:33
 
 
RELA

( Hyla arborea )

Biometria:

Comprimento: 3,5 a 4,5 cm

Longevidade:

inferior a 10 anos.

Distribuição:

Em Portugal está presente

no norte do território.

Estatuto:

Espécie não ameaçada
Identificação: Cabeça mais larga que comprida, com focinho curto e arredondado. Os seus olhos são proeminentes, com pupila horizontal arredondada e íris dourada. Extremidades anteriores e posteriores compridas, com quatro e cinco dedos, respectivamente. Membranas interdigitais relativamente bem desenvolvidas nas patas posteriores. Pele do dorso muito brilhante, sem verrugas e a sua coloração é normalmente verde vivo. Apresentam tipicamente uma banda lateral escura que começa no focinho, atravessa o olho e se prolonga pelo flanco, curvando para cima na região lombar e estendendo-se pela zona interna do membro posterior, formando uma espécie de escudo.

Habitat: Vive nas orlas dos charcos, lagoas e ribeiras com vegetação emergente alta e densa (juncos, canas ou silvas) que utiliza como refúgio. Também pode ser observada em prados húmidos e terrenos encharcados, com vegetação herbácea e arbustiva abundantes.

Comportamentos: É comum durante o dia, sobre arbustos, na vizinhança de cursos e planos de água, especialmente com tempo nublado e húmido, por vezes, encontram-se em dias limpos expostos ao sol sobre a vegetação. No entanto, as relas são activas principalmente à noite.

Reprodução: O período reprodutivo inicia-se na Primavera. As relas-macho formam coros ruidosos, cantando durante a noite nas orlas dos charcos e ribeiras onde se reproduzem, e são os machos os primeiros a chegar a esses locais. O canto de acasalamento é executado com a ajuda do saco vocal, que actua como cavidade de ressonncia. O amplexo é axilar e ocorre na água, podendo durar várias horas. Cada fêmea pode depositar cerca de 200 a 1400 ovos, que formam pequenas massas esféricas.

Dieta: A sua alimentação consiste essencialmente em invertebrados diversos, nomeadamente aranhas, formigas, moscas, centopeias, percevejos e pequenos escaravelhos.

© Todos os direitos reservados| | Os Anfíbios |

Reply  Message 9 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 15:34
 
 
CÁGADO
( Mauremys leprosa )

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Sauropsida
Ordem: Testudines
Subordem: Cryptodira
Superfamília: Testudinoidea
Família: Geoemydidae
Subfamília: Geoemydinae
Género: Mauremys
Espécie: M. leprosa

Outros nomes
Cágado-mediterrnico

Distribuição
Esta espécie de cágado pode ser encontrada na Europa e no Norte de África, nomeadamente em Portugal, Espanha, Sul de França, Nigéria, Senegal, Benim, Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia.
Em Portugal pode ainda ser encontrado em vários locais, com especial incidência no Alentejo.

Além dos exemplares que vivem na Natureza, existem alguns que são criados como animal de companhia, no seio de algumas famílias durante várias gerações.

Alimentação
Esta espécie, de grande resistência, vive nos rios e barragens, comendo pequenos insectos, peixes e carne de animais mortos que eventualmente encontre. Quando em cativeiro, come carne picada e peixe, bem como a vulgar comida de tartaruga disponível nas lojas da especialidade e supermercados.

Hábitos
No pico do Inverno, o cágado hiberna por um curto período. Para isso, este réptil escava tocas nas margens, onde passa o seu tempo de letargia.

Perigos
Para além da pressão humana criada junto dos habitats destes animais, com construção perto da maioria das linhas de água, a maior preocupação parte da forma como os humanos têm libertado tartarugas de expécies que não são autóctones, por todo o lado onde haja um palmo de água.
O facto de em Portugal, também nos restantes países da Europa Ocidental, qualquer pessoa ter acesso a uma tartaruga para ter em casa enquanto não cresce e se farta dela, tem levado ao aparecimento de milhares de tartarugas espalhadas por rios e lagos que podem com o tempo fazer desaparecer as espécies naturais.
Esta ameaça parece não ter fim e parece também não preocupar as autoridades responsáveis.

Tamanho e longevidade
Um cágado pode atingir os 25 cm (dimetro da carapaça) e viver cerca de 70 anos.

Reply  Message 10 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 15:38
 
RELA MERIDIONAL

(Hyla meridionalis)


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Classificação científica
Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Amphibia

Ordem: Anura

Família: Hylidae

Género: Hyla

Espécie: H. meridionalis


Nome binomial
Hyla meridionalis

Distribuição geográfica


A Rela-meridional (Hyla meridionalis) é uma espécie de rã da família Hylidae. É semelhante à rã-arborícola-europeia, mas maior (algumas fêmeas podem atingir 65 mm), tem membros posteriores mais compridos, e a risca lateral chega apenas até aos membros anteriores (muitas vezes começando nos olhos, e não nas narinas). O coachar é parecido com o da rã-arborícola-europeia, mas é mais grave e lento.


[editar] Distribuição
Esta espécie distribui-se pelo Sul de França, Sul de Portugal e Espanha (da Catalunha até à Andaluzia, e também em Menorca e Madeira. Também pode ser encontrada no Parque Nacional de Garajonay, na ilha de La Gomera.


[editar] Referências
(em inglês) Donaire-Barroso et al (2004). Hyla meridionalis. 2006 IUCN Red List of Threatened Species. IUCN 2006. Acesso a 12 Maio 2006. Entrada na base de dados incluindo mapa de distribuição e justificação do estatuto de consevação da espécie.
Este artigo foi inicialmente traduzido a partir do artigo da Wikipédia em inglês cujo título é Hyla meridionalis, especificamente a partir desta versão.

Reply  Message 11 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 15:42
 
Rã DE FOCINHO PONTEAGUDO
(Discoglossus galganoi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa


Discoglossus galganoi
Classificação científica
Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Amphibia

Ordem: Anura

Família: Discoglossidae

Género: Discoglossus

Espécie: D. galganoi


Nome binomial
Discoglossus galganoi

Distribuição geográfica


Sinónimos
Discoglossus hispanicus Lataste, 1879

A rã-de-focinho-pontiagudo (Discoglossus galganoi) é uma espécie de rã da família Discoglossidae. Pode ser encontrada em Portugal e Espanha. O seu habitat natural inclui florestas temperadas, vegetação arbustiva mediterrnica ou temperada, rios, rios intermitentes, pntanos, marismas de água-doce permanentes ou temporários, zonas costeiras arenosas, terrenos aráveis e pastagens. Está ameaçada por destruição de habitat.


Fonte
Bosch, J., Beja, P., Tejedo, M., Lizana, M., Martínez-Solano, I., Salvador, A., García-París, M. & Gil, E.R. 2004. Discoglossus galganoi. 2006 IUCN Red List of Threatened Species. Downloaded on 21 July 2007.

Reply  Message 12 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 15:44


SAPO

Nome Científico:

Bufo bufo

Biometria:

Comprimento:

Machos: 6 a 15 cm

Fêmeas: até 20 cm

Longevidade:

7 a 10 anos na natureza.

até 30 anos em cativeiro.

Distribuição:

Em Portugal está presente

em todo o território.

Estatuto:

Espécie não ameaçada
Identificação: Sapo de aspecto robusto, com membros fortes e cabeça larga e curta. As glndulas parótidas são bem patentes, situadas lateralmente na parte posterior da cabeça, com os bordos oblíquos entre si e divergentes na região posterior. Membros relativamente curtos e robustos, com quatro dedos anteriores e cinco nos posteriores. Frequentemente as parotóides são delimitadas por linhas ou bandas escuras. Pele verrugosa no dorso e flancos, e granulosa no ventre. Coloração dorsal bastante variável, podendo encontra-se indivíduos de tonalidade acastanhada ou bege. Ventralmente, possui uma coloração esbranquiçada com manchas escuras dispersas.

Habitat: Ocorre numa grande variedade de habitats, nomeadamente em áreas agrícolas, zonas de montanha, montados e bosques de caducifólias.

Comportamentos: Possui hábitos essencialmente crepusculares e nocturnos, mas em dias húmidos e chuvosos pode também apresentar alguma actividade durante o dia. Nesses dias podem observar-se caminhando de forma lenta ou dando pequenos saltos. Encontram-se sapos ao longo de todo o ano, embora durante o Inverno diminuam a sua actividade. Nessa altura permanecem escondidos nos seus refúgios ou enterram-se.

Reprodução: Os sapos aproveitam as chuvas primaveris para se reproduzirem. Os machos são os primeiros a chegar aos pontos de água. As fêmeas, com os ovários enormes e repletos, chegam depois. Existe uma grande desproporção entre os machos e as fêmeas, ou seja 5 para 1, assim elas podem escolher os machos, optando em geral pelos de maior tamanho que seleccionam através de determinadas características dos cantos de acasalamento.Durante o acasalamento, o macho agarra fortemente a fêmea, podendo permanecer assim durante várias semanas, não a largando mesmo ao ser molestado. Uma fêmea pode depositar entre 2000 a 8000 ovos esféricos e escuros, envoltos num longo cordão gelatinoso que pode ter vários metros de comprimento.

Dieta: A sua alimentação consiste essencialmente em centopeias, escaravelhos, moscas, borboletas, lesmas, minhocas e mesmo outros anfíbios

Reply  Message 13 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 15:45
 
SAPO CORREDOR

Nome Científico:

Bufo calamita

Biometria:

Comprimento:

Machos: 6 a 7 cm

Fêmeas: até 9 cm

Longevidade:

- de 5 anos na natureza.

até 20 anos em cativeiro.

Distribuição:

Em Portugal está presente

em todo o território.

Estatuto:

Espécie não ameaçada
Identificação: Sapo robusto com cabeça de aspecto arredondado, mais larga do que comprida e com focinho curto. Olhos relativamente grandes, íris esverdeada com pigmentação escura. Tímpano pequeno e pouco visível. Membros relativamente curtos e robustos, anteriores com quatro dedos, enquanto os posteriores possuem cinco dedos e membranas interdigitais muito reduzidas. Pele rugosa, coberta por numerosas verrugas, de cor acastanhada ou por vezes alaranjada.

Habitat: Ocorre numa grande variedade de habitats, podendo encontrar-se desde areais costeiros até zonas de alta montanha, especialmente em locais abertos com solos pouco compactos.

Comportamentos: Possui hábitos predominantemente nocturnos, embora possa apresentar também alguma actividade crepuscular ou mesmo diurna durante a época de reprodução. Animais de hábitos terrestres, encontram-se por vezes bastantes afastados da água. A sua ligação à água restringe-se à época de reprodução.

Reprodução: Aproveitam a época das chuvas primaveris para se reproduzirem, os adultos desta espécie recorrem a charcos pequenos e pouco profundos. O amplexo é axilar e ocorre normalmente dentro de água. Os machos podem acasalar com várias fêmeas durante a mesma época de reprodução. As fêmeas depositam até 4000 ovos, distribuídos por um fino cordão gelatinoso.

Dieta: A sua alimentação consiste essencialmente em escaravelhos, moscas, minhocas e larvas de insectos.

© Todos os direitos reservados| | Os Anfíbios |

Reply  Message 14 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 15:50

Reply  Message 15 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 15:53
 
 
COBRA DE ÁGUA VIPERINA
( Natrix maura )



Cobra-de-água-de-colar - Natrix natrix
Classificação científica
Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Reptilia

Ordem: Serpentes

Família: Colubridae

Subfamília: Natricinae

Género: Natrix


Natrix é um género descrito por Laurenti em 1768, pertencente aos colubrídeos, da subordem Serpentes. Existem entre 65 e 80 espécies dentro do género. São geralmente chamadas de cobras-de-água, embora existam várias outras cobras com a mesma designação comum, cujo género é diferente. É lhes dado este nome, pois dispendem grande parte do seu tempo em meios aquáticos de água doce (lagos, ribeiras, barragens, rios...), embora possam viver em meios aquáticos com teor de salinidade moderadamente elevado. Alimentam-se de anfíbios, peixes, alguns invertebrados e ocasionalmente de micro-mamíferos.

Em Portugal ocorrem as espécies Natrix natrix (cobra-de-água-de-colar) e N. maura (cobra-de-água-viperina).


Natrix maura (cobra-de-água-viperina) juvenil, PortugalPara além destas acima referidas, este género contém, de entre muitas outras, as espécies:

Natrix megalocephala
Natrix flavifrons
Natrix tessellata Laurenti, 1768
Natrix natrix Linnaeus, 1758
Natrix maura

Reply  Message 16 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 15:59
 
Lagartixa-do-mato-ibérica
( Psammodromus hispanicus )

Nome Científico:

Psammodromus hispanicus

Biometria:

Comprimento:

Cabeça-corpo: 5cm

Longevidade: 3 anos

Distribuição:

Em Portugal, ocorre principalmente no Centro e Sul estendendo-se pelo interior até às serras de Montesinho e da Nogueira e também nas matas da serra da Arrábida .

Estatuto:

Espécie quase ameaçada
Identificação: Lagartixa de pequeno tamanho, apresenta uma cabeça curta e cde aspecto robusto e escamas dorsais imbricadas, pontiagudas e claramente carenadas. A coloração dorsal de fundo pode ser esverdeada, acastanhada ou acinzentada. Apresenta várias listas longitudinais mais claras, normalmente esbranquiçadas ou verde-claras. Entre elas existem manchas mais escuras, formando por vezes bandas transversais. Ventralmente estes animais são esbranquiçados ou amarelados, podendo existir pequenas manchas escuras, particularmente na garganta e no pescoço.

Habitat: Ocorre em áreas secas e abertas, preferencialmente em solos arenosos ou pouco compactos, com cobertura arbustiva baixa mais ou menos dispersa.

Comportamentos: É uma lagartixa totalmente diurna e terrestre, ainda que, em caso de perigo ou simplesmente para procurar alimento, possa por vezes trepar a arbustos pequenos. Mais lenta que a espécie congénere, está bem adaptada à progressão na areia, enterrando-se nela com facilidade quando perseguida. Passa por um período de inactividade invernal, o que se enterra no solo, normalmente entre as raízes dos arbustos. Embora muito termófila, durante o Verão reduz a sua actividade nas horas de maior calor. Emite um pequeno grito agudo quando é agarrada, ao mesmo tempo que tenta morder o agressor. Por serem animais muito territoriais, os machos passam grande parte do seu tempo a perseguirem-se. Nesta espécie parece haver comportamentos de luta ritualizados. Entre os movimentos característicos dessa situação refere-se que os animais executam por vezes reviravoltas rápidas, golpeando a cabeça do adversário com a cauda.

Reprodução: A época de reprodução inicia-se pouco tempo após o final da hibernação e o período de acasalamento é normalmente em Março, e dura até Maio-Julho. É nesta altura que actividade da espécie é maior. Durante o acasalamento o macho corre atrás da fêmea mordiscando-a em diferentes partes do corpo. No entanto, as fêmeas são igualmente agressivas e respondem da mesma forma. As posturas são feitas a partir de Abril até Junho e são compostas por 2 a 6 ovos, as fêmeas podem efectuar uma a duas posturas anuais.

Dieta: Alimenta-se principalmente de invertebrados de pequeno tamanho, destacando-se em particular as aranhas, escaravelhos, gafanhotos e formigas.

Reply  Message 17 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 16:01
 
VÍBORA CORNUDA
(Vipera latastei )

Víbora-cornuda
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Cobra -cornuda


Classificação científica
Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Reptilia

Ordem: Squamata

Família: Viperidae

Género: Vipera

Espécie: V. latastei


Nome binomial
Vipera latastei
Boscà, 1878
A cobra-cornuda (Vipera latastei) é uma espécie de cobra da família Viperidae.

Esta espécie, que em Portugal pode ser encontrada em várias zonas, habita de preferência nas serranias. Consta da área do Parque Natural de Montesinho, com lugar de destaque entre os répteis que aqui se podem encontrar. No Nordeste Trasmontano está presente também na toponímia, com a aldeia de Campo de Víboras.

É um animal difícil de encontrar, a não ser por mero acaso, pelo que, quando isso acontece, o registo visual é muito próximo, o que torna a situação pouco agradável. Não pelo seu tamanho, que é de cerca de 80 cm, mas sobretudo por ser venenosa.

A sua cabeça, como acontece com as restantes víboras, tem uma forma triangular característica. A sua cor é cinzento azulado, possuindo no dorso uma mancha mais escura, em zig-zag, ao longo de todo o corpo.

Se encontrar alguma, não se aproxime, ela vai tentar fugir rapidamente. No entanto, se for mordido por uma destas cobras, não corra e tente ficar calmo, para evitar que o veneno se espalhe e procure imediatamente um hospital, principalmente se a vítima for uma criança, um idoso ou alguém com doenças crónicas. Ao chegar ao hospital, tente descrever a cobra, para o médico poder fazer o tratamento necessário com antídotos, de forma a que a vida da vítima não seja posta em perigo, nem fiquem lesões graves para o resto da vida.

Em Portugal, existe ainda a ideia que não existem cobras venenosas no país. Nada mais errado, o que não existe são cobras com venenos muito tóxicos, o que é significativamente diferente.

Importante mesmo é que esta espécie faz parte da fauna portuguesa e a sua existência é muito importante no combate aos pequenos roedores.

Reply  Message 18 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 16:04

 
COBRA DE PERNAS PENTADÁCTILA

(Chalcides bedriagai)


Biometria:

Comprimento: até 16,6 cm

Longevidade: desconhecida.

Distribuição:

Endemismo Ibérico.

Em Portugal encontra-se

circunscrita a pequenos

isolados populacionais

distribuídos por todo

o território.

Estatuto:

Espécie não ameaçada
Identificação: Espécie de aspecto serpentiforme, relativamente pequena. Cabeça curta e pequena, mais ou menos em forma de cone. Corpo de secção circular, alargado, e coberto por escamas largas e lisas que lhe conferem um aspecto brilhante. Membros de tamanho reduzido, com cinco dedos. Coloração de fundo muito variável, podendo apresentar desde tons escuros (acastanhados ou acinzentados)a tons mais claros (amarelados ou esverdeados), tipicamente com reflexos metálicos. Possui nos flancos e, frequentemente, na zona vertebral, uma banda larga de tons mais escuros do que a cor de fundo. Corpo e cauda salpicados com ocelos amarelados ou esbranquiçados de rebordo escuro. Ventralmente possui tons claros.

Habitat: Habita, preferencialmente, áreas secas e de baixa a moderada altitude. Ocorre com frequência em zonas arenosas ou pedregosas com escassa cobertura vegetal, matagais, e bosques mais ou menos abertos. Nestes locais, encontra-se geralmente debaixo de pedras ou entre as raízes da vegetação.

Comportamentos: É uma espécie de hábitos diurnos, que pode estar activa durante grande parte do dia, exceptuando as horas de maior calor nos meses de Verão. Permanece activa desde a Primavera até meados do Outono, altura em que inicia um período de inactividade invernal, sobretudo nas zonas mais frias.

Reprodução: A sua reprodução estende-se desde a Primavera até ao Verão. Nessa altura, os machos apresentam comportamento territorial e as fêmeas acasalam, em geral, com vários machos. Trata-se de uma espécie ovovivípara, pelo que depois de um período de gestação de dois meses e meio, nascem entre uma a seis crias.

Dieta: É uma espécie carnívora oportunista, que se alimenta essencialmente de escaravelhos, aranhas e caracó

Reply  Message 19 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 16:07
 
COBRA DE ESCADA

COBRA DE ESCADA
(Elaphe scalaris),

Biometria:

Comprimento:

150 cm, máx. 200 cm

Longevidade: 19 anos.

Distribuição:

Em Portugal está presente

em todo o território.

Estatuto:

Espécie não ameaçada
Identificação: Cobra robusta e de grande tamanho. Cabeça larga, bem diferenciada do resto do corpo, com focinho pontiagudo e proeminente relativamente à mandílbula inferior. Olhos pequenos, com pupila arredondada e íris de cor castanha-escura. Dorso com duas linhas escuras longitudinais, sobre uma coloração de fundo acastanhada, amarelada ou ligeiramente rosada. Apresenta pequenas manchas escuras na cabeça e na zona de sutura das escamas labiais, e possui frequentemente uma banda escura desde a parte posterior do olho até à comissura da boca. Ventralmente, apresenta tons esbranquiçados, acinzentados ou amarelados, sobre os quais podem aparecer manchas escuras.

Habitat: Habita numa grande variedade de biótipos, ocorrendo preferencialmente em áreas secas e expostas. Encontram-se em zonas de matos, clareiras de bosques caducifólios ou de pinhais, e campos agrícolas, podendo ocorrer também em meios rurais e urbanos, sobretudo em muros de pedra, ruínas ou telhados de habitações.

Comportamentos: É uma espécie de hábitos essencialmente diurnos, mas durante os meses mais quentes pode exibir também alguma actividade crepuscular e nocturna, sobretudo em busca de alimento ou de um par para acasalar. Passa por um período de inactividade invernal. Extremamente voraz, ao encontrar um ninho de roedores é capaz de engolir um deles enquanto mantém mais duas ou três crias semiestranguladas com o corpo, as quais engole de seguida, uma a uma, com inusitada rapidez.

Reprodução: A sua reprodução ocorre desde o final da Primavera até meados do Verão. A agressividade da espécie pode ser observada também durante o acasalamento, pois em certas ocasiões, no acto da cópula, o macho chega a morder a fêmea no dorso. As fêmeas depositam entre 4 a 24 ovos, normalmente debaixo de pedras, em tocas abandonadas de micromamíferos ou em buracos por si cavados.

Dieta: A sua dieta baseia-se no consumo de micromamíferos, diversos répteis (sobretudo a lagartixa-mato-comum, a lagartixa-de-dedos-dentados e o sardão), juvenis de coelho-bravo e lebre e várias aves, destacando-se neste caso a sua acção predadora sobre os ninhos.

Reply  Message 20 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 16:07


COBRA RATEIRA
(Malpolon monspessulanus)



Biometria:

Comprimento:

Pode ultrapassar os 200 cm.

Longevidade: + de 25 anos.

Distribuição:

Em Portugal está presente

em todo o território.

Estatuto:

Espécie não ameaçada
Identificação: É o maior dos ofídios ibéricos, com cabeça relativamente estreita e pontiaguda, com escamas supraoculares proeminentes. Os olhos são grandes o que emprestam a esta cobra uma expressão de certa ferocidade, a zona entre o olho e o orifício nasal é habitualmente deprimida. A coloração dorsal é bastante variada, sendo alguns exemplares praticamente uniformes, enquanto outros apresentam manchas escuras dispersas ou mesmo formando listas. A cor predominante nos adultos é o verde oliváceo, com variações que vão até ao castanho acinzentado. A região ventral apresenta uma coloração amarelada, frequentemente com manchas escuras.

Habitat: Ocupa uma grande variedade de habitats, incluindo zonas de matos, áreas pedregosas abertas, bosques de carvalhos e sobreiros, estepes cerealíferas, zonas agrícolas, pinhais arenosos, ruínas e jardins.

Comportamentos: É uma espécie eminentemente diurna, mas nos períodos mais quentes do Verão adopta uma actividade predominantemente crepuscular. Bastante ágil, trepa com facilidade às árvores para se aquecer ao sol ou para se alimentar. Excelente nadadora, pode por vezes observar-se a atravessar massas aquáticas de dimensões consideráveis, seja para fugir ou para caçar.

Reprodução: A época de reprodução inicia-se na Primavera. As cópulas ocorrem entre Maio e Junho, e um mês mais tarde a fêmea deposita entre 4 a 20 ovos debaixo de manta morta ou de pedras, ou em tocas de coelho ou de micromamíferos. O período de incubação dura cerca de dois meses.

Dieta: A sua dieta varia com a idade. Os juvenis são inicialmente insectívoros, passando em seguida as capturar lagartixas. Posteriormente, incluem na dieta outras cobras, pequenos roedores e crias de aves. Os grandes exemplares alimentam-se também de juvenis de coelho-bravo e sardões adultos.

Reply  Message 21 of 22 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 16:10
 
COBRA DE FERRADURA
(Coluber hippocrepis),

Classe: REPTILIA
Ordem: SERPENTES
Família: COLUBRIDAE
Género: Coluber
Espécie: Coluber hippocrepis



Descrição geral
MORFOLOGIA GERAL: A cabeça é bem delimitada do corpo. A parte posterior da cabeça apresenta uma mancha escura em forma de ferradura. Coloração: Tonalidade clara, amarelada/esbranquiçada com uma série contínua de manchas arredondadas de cor escura. Forma da pupila: Redonda Escamas: Uma fiada de escamas (3-4) entre os olhos e as supralabiais. DIMENSõES: Comprimento total - 180 cm DIMORFISMO SEXUAL: As fêmeas, em geral, têm maior número de escamas ventrais.

Habitat
Espécie essencialmente terrestre, pode no entanto subir a árvores e arbustos. Associada a locais secos e pedregosos. Pode ser encontrada em zonas urbanas.

Actividades/Hábitos
Espécie ágil e agressiva. Circadiana: Diurna crepuscular. Sazonal: Reduzida de Novembro a Março.

Alimentação
As principais presas são micromamíferos e lacertídeos.

Reprodução
ÉPOCA: Fim da Primavera e início do Verão. POSTURA: 5-6 ovos. Espécie ovípara.

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From: QUIM TROVADOR Sent: 24/05/2010 16:11

LAGARTO DE ÁGUA

(Lacerta schreiberi )

Biometria:

Comprimento:

Cabeça-corpo: 12,5 cm

Cauda pode medir até duas vezes o tamanho do corpo.

Longevidade: 8 anos.

Distribuição:

Em Portugal está presente essencialmente no Norte e Centro, apresentando algumas populações isoladas no Sul, nomedamente nos sapais da zona plana da área do parque da Arrábida ).

Estatuto:

Espécie não ameaçada
Identificação: Lagarto de tamanho médio e de aspecto robusto. Possui uma longa cauda que pode medir até duas vezes o tamanho do corpo. Escamas da garganta de rebordo arredondado. Padrão de coloração dorsal variável, podendo apresentar tons esverdeados a amarelados com um ponteado negro relativamente denso e uniforme, a tons acastanhados com grandes manchas escuras. Ventre amararelado com ou sem pigmentação escura, podendo apresentar na zona da garganta tonalidades azuis na época de reprodução, e esbranquiçadas no resto do ano. Apresenta um acentuado dimorfismo sexual, especialmente durante o período reprodutor.

Habitat: O lagarto-de-água ocorre em zonas relativamente húmidas, encontrando-se associado a habitats próximos de cursos de água com coberto vegetal denso. Habita preferencialmente os vales agrícolas, típicos das áreas montanhosas do norte do país, em locais onde o estrato arbóreo das margens é dominado por espécies características, como o amieiro, o vidoeiro, o castanheiro e o carvalho-alvarinho.

Comportamentos: É uma espécie normalmente activa desde Fevereiro/Março até Outubro, altura em que começa um período invernal. Os machos iniciam a sua actividade antes das fêmeas, chegando-se a registar diferenças de um mês. Deixam-se por vezes observar a curta distncia. No entanto quando se sentem ameaçados, escondem-se imediatamente entre a vegetação ou nos seus refúgios.

Reprodução: Logo após o reinício da sua actividade tem lugar a época de reprodução, ocorrendo a maioria das cópulas de Abril a Julho. Durante o acasalamento, e particularmente nos prembulos da cópula, o macho mostra-se bastante nervoso, acompanhado sempre a fêmea e pondo-se por vezes sobre ela. Se a fêmea foge ele persegue-a, acabando por mordê-la para a tentar imobilizar e consumar a cópula. Este comportamento torna-se por vezes um pouco violento, não sendo raro as fêmeas saírem ligeiramente feridas das disputas.

Dieta: A sua alimentação é baseada em pequenos invertebrados, em especial mosquitos, moscas, gafanhotos e escaravelhos. Ocasionalmente, inclui também frutos silvestres.


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