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MEU BRASIL BRASILEIRO - TODOS OS ESTADOS: ESTADO DE GOIÁS
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Reply  Message 1 of 6 on the subject 
From: QUIM TROVADOR  (Original message) Sent: 24/04/2010 18:58


ESTADO DE GOIÁS

História de Goiás

Período colonial

Os colonizadores portugueses chegaram pela primeira vez à região hoje conhecida como estado de Goiás quase um século após o descobrimento do Brasil.

A ocupação do território goiano teve início com as expedições de aventureiros (bandeirantes) provenientes da Capitania de São Paulo. Dentre esses, destacou-se Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera, que no final do século XVII percorreu o território goiano em busca de jazidas de metais preciosos. De acordo com a tradição, Bartolomeu Bueno da Silva - diante da recusa dos índios em lhe informar acerca da localização das jazidas auríferas de onde retiravam material para as peças de ouro com as quais se enfeitavam - despejou aguardente num prato, ateando-lhe fogo , e ameaçando fazer o mesmo com as águas dos rios. Apavorados, os índios levaram-no imediatamente às jazidas, chamando-o "Anhanguera" (Diabo Velho ou Feiticeiro).


Igreja de Nossa Senhora do Carmo, contruída em 1750, em Pirenópolis.Essa é, obviamente, apenas uma lenda cujo conteúdo factual escapa à possibilidade de verificação. De qualquer modo, após a bandeira comandada pelo "Anhangüera", diversas outras expedições partiram em direção a Goiás, em busca de riquezas do subsolo da região. Em 1726, o próprio Bartolomeu Bueno fundou o primeiro vilarejo goiano, o qual foi denominado Arraial da Barra. Subseqüentemente, povoados passaram a multiplicar-se. A exploração do ouro atingiu o seu auge na segunda metade do século XVIII.

A colonização de Goiás deve–se também à migração de pecuaristas que partiram de São Paulo, no século XVI, em busca de melhores terras de gado. Dessa origem ainda hoje deriva vocação do estado para a pecuária.

No período em que o Brasil foi colônia de Portugal, o estado de Goiás pertencia à capitania de São Paulo. Essa situação durou até 1744, quando foi criada a Capitania Geral de Goiás.


Império
Após a independência do Brasil em 1822, todas as capitanias passaram a ser denominadas províncias, governadas pelos residentes das províncias.


Cartaz publicitário anunciando a venda de lotes em Goinia, à época da construção da cidadeA partir de 1860, a lavoura e a pecuária tornaram – se as atividades principais da região, ao mesmo tempo em que a mineração do ouro entrou em decadência devido ao esgotamento das minas. A navegação a vapor e a abertura de estradas no final do século XIX, possibilitou o escoamento dos produtos cultivados no estado, permitindo o desenvolvimento da região.


República
Em 1889, com a proclamação da república, a província passou a ser o estado de Goiás.

No século XX, a construção da nova capital, Goinia, foi muito importante para a economia do estado, que deu sinais de um novo surto de desenvolvimento com a criação de Brasília, a nova capital do Brasil, inaugurada em 1960.

Em 1988, o estado de Goiás foi dividido e sua porção norte passou a constituir o estado do Tocantins. O objetivo principal dessa divisão foi estimular o desenvolvimento da Região Norte, onde estão concentradas as maiores carências sociais e também onde ocorreram com maior freqüência disputas pela posse de terras, provocadas pela concentração fundiária.
 


Bandeira do estado de Goiás

Aplicação ...
Proporção 7:10
Adoção 30 de julho de 1919
Cores Verde
Amarelo
Azul
Branco


A bandeira de Goiás foi criada por Joaquim Bonifácio de Siqueira e estabelecida por lei para simbolizar a terra de todos os goianos. Apresenta a forma retangular, com oito listras horizontais alternadas: quatro listras ímpares verdes, e quatro listras pares amarelas. No canto superior esquerdo apresenta um retngulo azul, com cinco estrelas brancas (simbolizando o Cruzeiro do Sul), sendo uma estrela em cada canto, e a menor no centro.

A bandeira de Goiás, adotada no governo do esforçado presidente Dr. João Alves de Castro, pela mesma Lei nº 650 de 30 de julho de 1919 foi organizada pelo distinto e ilustre goiano Joaquim Bonifácio de Siqueira. Como na bandeira nacional, o verde representa nossas pujantes matas e o amarelo, a cor do ouro, as riquezas que, em suas entranhas, oculta nosso querido torrão. O Cruzeiro do Sul, a bela constelação que deu ao Brasil seus primitivos nomes – Vera Cruz e Santa cruz – não podia deixar de figurar no pavilhão goiano, pois em nossas lindas noites vêmo-lo cintilante e fulgente, esplendor no céu de azul anil. É assim que ele se ostenta orgulhoso no quadrilongo azul, símbolo da beleza de nosso céu.


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From: QUIM TROVADOR Sent: 24/04/2010 18:59


DE : dagmar romana de morais barbosa em 9 janeiro

GOIÁS É MEU ESTADO

Goiás é um belo Estado, onde a agricultura e pecuária são predominantes.

Temos cidades históricas que nos remetem ao passado, inicio de tudo.

Aparecida de Goiania, cidade onde moro, hoje está em pleno desenvolvimento
abrindo frentes de emprego aos seus habitantes e abandonando de vez o
rótulo de cidade dormitório. Temos tambem Anápolis, importante Polo Industrial
temos Rio Verde, Jataí, importantes cidades no Sudoeste Goiano.

Temos Trindade, cidade onde as manisfestações religiosas são muito conhecidas e onde se realiza uma festa religiosa anual que atrai milhares de pessoas de todo país. Sem deixar de mencionar a cidade de Goiás, importante em nossa história, e onde viveu nossa mais notável poetisa, Cora Coralina.
Cavalhadas em Pirenópolis, Caldas novas,Aruanã, mencionando algumas de nossas cidades. Falar do Estado de Goiás seria tema ininterrupto, tal a grandeza e magnitude desse Estado com gente tão alegre, festiva e hospitaleira.´´


dagmar romana

Reply  Message 3 of 6 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/04/2010 19:01



CAVALHADAS EM PIRENÓPOLIS

FESTIVIDADES


As Cavalhadas de Pirenópolis, considerada uma das mais expressivas do Brasil, é um longo ritual de três dias seguidos, cujos preparativos começam uma quinzena antes, no início da Festa do Divino, que é marcada pela saída da Folia. Durante uma semana os cavaleiros se reúnem num campo, que não é o oficial, para ensaios das corridas que vão executar nos três dias do evento. Nestes dias, às quatro horas da manhã, a Banda de Couros, formada por um saxofonista seguido de vários meninos empunhando rústicos tambores de couro, executando cantigas melodiosas, percorrem a cidade a pé avisando a população, e principalmente os cavaleiros, que é chegada a hora de se levantar, arriar os cavalos e dirigir-se ao ensaio. Primeiro, parte de sua residência o último cavaleiro dos doze de cada exército e, seguindo uma hierarquia, vão de casa em casa, agrupando o resto da tropa, até que, por último junta-se a tropa, o Rei.

A hierarquia dos exércitos da Cavalhadas segue, tanto para os cristãos como para os mouros, a seguinte ordem: dos doze cavaleiros, temos no mais alto posto o Rei, abaixo deste temos o Embaixador e seguindo abaixo os dez restantes cavaleiros. O último cavaleiro só subirá de posto se houver morte ou desistência de algum outro acima, o mesmo acontece com o Embaixador, que só tornar-se-á Rei se o próprio Rei morrer ou desistir. Depois de reunido os dois exércitos, estes seguem em fila hierárquica, com o Rei a frente para a casa de um cidadão que se prontificou a lhes fornecer, por cortesia e respeito, o desjejum matinal, chamado de "Farofa". Neste vai e vem de cavaleiros cavalgando pelas ruas da cidade, não podem os cavaleiros cristãos se encontrarem com os mouros, a não ser na ocasião da Farofa e posteriormente no ensaio. Na Farofa é servido café, biscoitos, sucos, refrigerantes, bebidas alcoólicas e a "Farofa" propriamente dita, iguaria derivada das antigas tropas que vazavam os sertões, composta de farinha de mandioca e carnes secas. Os cavaleiros, nesta ocasião, rezam em grupo e dançam a Catira, uma dança folclórica onde se enfileiram frente a frente os 24 cavaleiros e, embalados por violas, pandeiros e canções, batem palmas e pés no ritmo cadenciado e típico. Após o agradecimento, que é feito em forma de cantilenas, ao dono da casa que ofereceu a Farofa, partem para o campo de ensaio.
O Domingo do Divino


Desfile de aberturaNo Domingo do Divino é repetido o mesmo ritual de recolhimento da tropa, só que ao meio dia, sem Banda e sem Farofa, e devidamente paramentados. A forma com que os cavaleiros se apresentam no campo oficial hoje, não são as mesmas de outrora. Antigamente os cavaleiros assemelhavam-se a oficiais de milícia, envergando farda militar de gala com galoneiras douradas e quepes de veludo, mas sempre cristãos em azul e mouros em vermelho, os reis e embaixadores usavam elmos de estilo romano. Hoje, com a criação de tecidos sintéticos e a nova estética carnavalesca, os Cavaleiros se apresentam um tanto mais luxuosos, chegando a usar elmos de metal dourado, para o caso do Rei e Embaixador mouro, e elmos prateados para os cristãos. Todas vestimentas são ricamente ornamentadas com plumas, metais polidos, pedras incrustadas, veludos, fitas e tecidos vistosos, e todos os cavaleiros sustentam longos mantos bordados e cravejados de lantejoulas multicores formando desenhos simbólicos das duas crenças, como o peixe ou a pomba branca para os cristãos e o dragão ou a lua e estrela para os mouros. Levam também uma lança, com fitas na ponta, uma espada e uma pistola com tiros de festim, para o combate. Os cavalos também são amplamente ornamentados, com patas pintadas, protegidos na fronte com metais polidos, e envergando plumas na cabeça.

As Cavalhadas, propriamente dita, inicia-se no Domingo às 13:00 h no campo oficial construído para este fim, o Campo das Cavalhadas. Rodeando o Campo são erguidos camarotes rústicos feitos de paus e telhados de palha, semelhantes às palafitas. Aqueles que tem posses compram os camarotes e a população assiste o espetáculo de pé, abaixo destes, ou numa pequena arquibancada de tábuas. Ambulantes vendem lanches, churrasquinhos de espetos, refrigerantes e cervejas no meio da população. Os camarotes mais bem localizados são os oficiais, onde abrigam as autoridades civis e a Banda de Música.

Na abertura solene das Cavalhadas ingressa no campo todos os grupos folclóricos da Festa do Divino que fazem sua própria apresentação: Catireiras, Congados, Pastorinhas, Dança de Fitas, Banda de Couros, a Banda de Música Phoenix e os Cavaleiros Mascarados. Um dos momentos mais emocionantes da abertura é a evocação ao Divino sob execução do Hino do Divino pela Banda de Música. Toda a população fica de pé com chapéus na mão. No campo, voltados para os camarotes oficiais, os grupos folclóricos formam blocos à frente dos mascarados que sustentam-se em pé sob o dorso de seus cavalos.
A encenação das Cavalhadas
A encenação, que é a expressão máxima do evento, se dá em três dias e é composta por músicas específicas, carreiras eqüestres coreografadas, diálogos, exercícios e torneios à moda medieval.

Veja [aqui] nesta página um descritivo pormenorizado da encenação.
Os Mascarados


Cavaleiro Mascarado típico de PirenópolisOs Mascarados é tão grande atração quanto os cavaleiros mouros e cristãos. Conhecidos também como "Curucucús", por causa do som que emitem, são pessoas que se vestem com máscaras, roupas coloridas, luvas e botas. Mudam a voz ao falar e cobrem todo o corpo para que ninguém os reconheçam. Enfeitam seus cavalos com fitas, tecidos, plantas e tudo quanto a criatividade mandar. Tradicionalmente existe vários tipos. Os mais tradicionais são aqueles com máscara de cabeça de boi, seguindo pelos que usam máscaras de onça, máscara de homem, e mais recentemente apareceram aqueles com máscaras de borracha, com cara de monstro, desfocando um pouco a originalidade da Festa. Mas isso não diminui a beleza e o entusiasmo dos Mascarados, que já no sábado saem às ruas à galope em algazarra. Pedem com vozes fanhosas cervejas e cigarros aos transeuntes e divertem a população com suas acrobacias e brincadeiras.

A máscara de boi é a mais tradicional e só é encontrada entre os Mascarados de Pirenópolis. Outro mascarado muito interessante é o São Caetano, chamado assim pois orna seu cavalo, escondendo-o, com ramas de Melãozinho de São Caetano, erva trepadeira muito comum, e folhas de bananeiras. Leva na cabeça uma máscara de homem, com um chifre reto na testa, e na mão uma cesta de frutas que atira para a platéia. Outro muito engraçado veste-se com um macação extremamente grande de tecido de colchão que recheia com capim, ficando enormemente gordo, envolvem a cabeça com um pano preto onde pinta em branco a face de uma caveira.

Não se sabe a origem destes personagem, que são encontrados em todas as cavalhadas do Brasil com diversas diferenças entre as cidades. Eles se fundem com os cristãos e mouros num trinômio perfeito. Representam o papel do povo e daqueles que não tem acesso a pompa dos cavaleiros, que representam socialmente a elite e o poder. São irônicos e debochados, fazendo críticas aos poderosos e ao sistema. E, ao contrário da rigidez dos Cavaleiros, entre os Mascarados não há regras, tudo é permitido, menos mostrar sua identidade.

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From: QUIM TROVADOR Sent: 24/04/2010 19:03


Os Mascarados


Cavaleiro Mascarado típico de PirenópolisOs Mascarados é tão grande atração quanto os cavaleiros mouros e cristãos. Conhecidos também como "Curucucús", por causa do som que emitem, são pessoas que se vestem com máscaras, roupas coloridas, luvas e botas. Mudam a voz ao falar e cobrem todo o corpo para que ninguém os reconheçam. Enfeitam seus cavalos com fitas, tecidos, plantas e tudo quanto a criatividade mandar. Tradicionalmente existe vários tipos. Os mais tradicionais são aqueles com máscara de cabeça de boi, seguindo pelos que usam máscaras de onça, máscara de homem, e mais recentemente apareceram aqueles com máscaras de borracha, com cara de monstro, desfocando um pouco a originalidade da Festa. Mas isso não diminui a beleza e o entusiasmo dos Mascarados, que já no sábado saem às ruas à galope em algazarra. Pedem com vozes fanhosas cervejas e cigarros aos transeuntes e divertem a população com suas acrobacias e brincadeiras.

A máscara de boi é a mais tradicional e só é encontrada entre os Mascarados de Pirenópolis. Outro mascarado muito interessante é o São Caetano, chamado assim pois orna seu cavalo, escondendo-o, com ramas de Melãozinho de São Caetano, erva trepadeira muito comum, e folhas de bananeiras. Leva na cabeça uma máscara de homem, com um chifre reto na testa, e na mão uma cesta de frutas que atira para a platéia. Outro muito engraçado veste-se com um macação extremamente grande de tecido de colchão que recheia com capim, ficando enormemente gordo, envolvem a cabeça com um pano preto onde pinta em branco a face de uma caveira.

Não se sabe a origem destes personagem, que são encontrados em todas as cavalhadas do Brasil com diversas diferenças entre as cidades. Eles se fundem com os cristãos e mouros num trinômio perfeito. Representam o papel do povo e daqueles que não tem acesso a pompa dos cavaleiros, que representam socialmente a elite e o poder. São irônicos e debochados, fazendo críticas aos poderosos e ao sistema. E, ao contrário da rigidez dos Cavaleiros, entre os Mascarados não há regras, tudo é permitido, menos mostrar sua identidade.

Reply  Message 5 of 6 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/04/2010 19:06
 

CAVALHADAS DE PIRENÓPOLIS
 

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From: QUIM TROVADOR Sent: 24/04/2010 19:06



Bandeira de Goinia

Goinia é um município brasileiro e capital do estado de Goiás

Aniversário
Fundação 24 de outubro de 1933
Gentílico goianiense
Lema
Prefeito(a) Iris Rezende (PMDB)
(2009 – 2012)
Localização

16° 40' 44" S 49° 15' 14" O16° 40' 44" S 49° 15' 14" O
Unidade federativa Goiás
Mesorregião Centro Goiano IBGE/2008[1]
Microrregião Goinia IBGE/2008[1]
Região metropolitana Goinia
Municípios limítrofes Abadia de Goiás, Aragoinia, Aparecida de Goinia, Goianápolis, Goianira, Hidrolndia, Nerópolis, Santo Antônio de Goiás, Senador Canedo e Trindade
Distncia até a capital 209 km
Características geográficas
Área 739,492 km²
População 1.281.975 hab. est. IBGE/2009[2]
Densidade 1.733,5 hab./km²
Altitude 749 m
Clima tropical semi-úmido
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,832 elevado PNUD/2000[3]
PIB R$ 17 867 338 (BR: 22º) - IBGE/2007[4]
PIB per capita R$ 13.937,35 IBGE/2006[5]




Goinia é um município brasileiro e capital do estado de Goiás.

Localizada no Planalto Central, dista 209 km da capital federal, Brasília. Os maiores municípios do estado situam-se a menos de 200 km a partir do centro da cidade (Aparecida de Goinia - 18 km, Anápolis - 57 km e Luzinia - 189 km).[6]

A cidade possui 1.281.975 de habitantes,[7] sendo a segunda cidade mais populosa da região Centro-Oeste e o 13º município mais populoso do Brasil. A Região Metropolitana de Goinia possui 2.102.097 de habitantes, o que a torna a décima primeira região metropolitana mais populosa do Brasil.[8] Goinia é sede da Celg e da Saneago, duas das maiores empresas estatais brasileiras; da Panarello, empresa do setor de atacado; e da Brigada de Operações Especiais, grande unidade com mobilidade estratégica do Exército Brasileiro.

Assim como algumas outras cidades brasileiras, Goinia desenvolveu-se a partir de um plano urbanístico, tendo sido construída com o propósito de desempenhar a função de centro político e administrativo do estado de Goiás. Foi fundada em 24 de outubro de 1933, absorvendo, em 1937, da cidade de Goiás, a função de capital do estado.


História


Planos de mudança da capital (1753-1930)

Um dos primeiros a lançar a ideia da mudança da capital goiana foi D. Marcos de Noronha, primeiro intendente da capitania de Goiás. Em 1753, ele cogitou transferir a sede administrativa da capitania para a região do município de Pirenópolis. Décadas depois, em 1830, Miguel Lino de Morais, o segundo presidente da província de Goiás, idealizou a transferência da capital para a região de Niquelndia. Em 1863, José Vieira Couto de Magalhães, também presidente da província, advogou a tese de transferir a capital para as margens do rio Araguaia.[9]

Fundação (1930-1940)

Os planos de transferência da capital goiana permaneceram, contudo, em latência até a nomeação de Pedro Ludovico Teixeira como interventor federal do estado de Goiás após a Revolução de 1930.[10] Por sua decisão, criou-se em 20 de dezembro de 1932 uma comissão encarregada de escolher o local em que seria construída a nova capital. O relatório da comissão apontou um sítio nas proximidades do povoado de Campinas como lugar ideal para a edificação da futura capital.[11] Em 24 de outubro de 1933, lançou-se a pedra fundamental da construção, num gesto simbólico que marcou a fundação da nova cidade. Em 2 de agosto de 1935, criou-se, através do Decreto Estadual n. 327, o Município de Goinia. A efetiva transferência da capital do estado para Goinia, todavia, somente foi oficializada em 1937, e a inauguração oficial da cidade somente aconteceria em 1942.

O nome da nova capital foi escolhido através de um concurso realizado pelo jornal O Social em outubro de 1933.[12]

O plano piloto de Goinia foi concebido pelo urbanista Attilio Corrêa Lima e executado pelos engenheiros Jerônimo e Abelardo Coimbra Bueno. Em conformidade com o mesmo, abriram-se três avenidas principais (Goiás, Araguaia e Tocantins), as quais confluem para a parte mais elevada do terreno do atual centro - onde por sua vez foi erigida a sede do governo estadual. Uma quarta avenida principal (Paranaíba) foi aberta perpendicularmente às três avenidas mencionadas, conectando o Parque Botafogo ao antigo aeroporto (o qual estaria localizado no atual Setor Aeroporto). Em 1936, Armando de Godoy assumiu a direção do projeto, interpondo-lhe modificações significativas. Godoy reelaborou, sobretudo, a parte sul do projeto de Correia Lima, introduzindo nesta área um bairro residencial (o atual Setor Sul), o qual concebeu sob a inspiração do movimento das cidades-jardim, fundado pelo urbanista Ebenezer Howard.

Expansão urbana (1940-atualidade)

Cartaz publicitário anunciando a venda de lotes em Goinia, à época da construção da cidade
Av. 85Boa parte das primeiras edificações de grande porte do centro de Goinia foi construída no estilo art déco, entre as décadas de 1940 e 1950, e constituem um acervo significativo do ponto de vista da história da arquitetura brasileira.[13] Por esta razão, em 2003, partes do núcleo central de Goinia - bem como do bairro de Campinas - foram incorporadas oficialmente ao patrimônio histórico e artístico nacional brasileiro.

Desde sua fundação, Goinia tem sido palco de um grande crescimento demográfico e de uma significativa expansão urbana. Em 1950, a cidade já superava as expectativas demográficas da época da sua construção, ultrapassando a cifra dos 50.000 habitantes. A inauguração de Brasília, em 1960, apenas viria a reforçar essa tendência. Em 1980, a população de Goinia já era estimada em cerca de 700 mil pessoas. Desde então, no geral, tanto o crescimento demográfico quanto a expansão da área urbana do município de Goinia se têm feito num ritmo mais lento que outrora. Ainda assim, certas regiões do município, nomeadamente as zonas Noroeste e Sudoeste, apresentaram, entre os anos 1991-2000, taxas de crescimento populacional anual bastante expressivas (9% e 14,5%, respectivamente).[14] O resultado de tais processos vem sendo a periferização do espaço urbano de Goinia - fenômeno para o qual têm contribuído também os altíssimos índices de crescimento populacional de alguns municípios da região metropolitana.

Acidente radiológico em 1987

Em setembro de 1987, ocorreu em Goinia o mais grave acidente radiológico do continente americano. Nesta ocasião, contaminaram-se centenas de pessoas com partículas de Césio-137 liberadas de maneira não premeditada quando dois catadores de lixo retiraram um aparelho de radioterapia de um hospital abandonado na área central da cidade com intuito de vender as peças do mesmo.


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