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PORTUGAL - JARDIM À BEIRA MAR PLANTADO: EFEMÉRIDES DE PORTUGAL
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Reply  Message 1 of 2 on the subject 
From: QUIM TROVADOR  (Original message) Sent: 28/04/2010 08:16

....

                                            

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 



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Reply  Message 2 of 2 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 28/04/2010 08:19
Enviado: 13/12/2009 17:03
 

....


Canto III estnc.20,21

Vasco da Gama termina a descrição da geografia europeia ao rei de Melinde: "Eis aqui (...) o Reino Lusitano, onde a terra se acaba e o Mar começa;

Esta é a ditosa pátria minha amada..."

. 20



. "Eis aqui, quase cume da cabeça
da Europa toda, o Reino Lusitano,
onde a terra se acaba e o Mar começa
e onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floreça
nas armas contra o torpe Mauritano,
deitando-o de si fora; e lá na ardente
África estar quieto o não consente."

onde Febo repousa no oceano- onde o Sol se põe;
floreça- floresça;
Mauritano- Mouro;
deitando-o de si fora- expulsando-o de Portugal;
estar quieto o não consente- não lhe dando sossego.

21-
.
. "Esta é a ditosa pátria minha amada,
à qual se o Céu me dá que eu sem perigo
torne, com esta empresa já acabada,
acabe-se esta luz ali comigo.
Esta foi Lusitnia, derivada
de Luso ou Lisa, que de Baco antigo
filhos foram, parece, ou companheiros,
e nela antão os íncolas primeiros.

" acabe-se esta luz ali comigo- se conseguir completar

a viagem da

descoberta e voltar a Portugal, diz o Gama, já posso morrer!..

mas na realidade talvez Camões,

que escrevia estes versos na Ásia, se referisse a si próprio sendo

 "esta empresa" o próprio poema;
íncolas- habitantes. 
 



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Respuesta Ocultar Mensaje Eliminar Mensaje  Mensaje 2 de 3 en el tema 
De: QUIM TROVADOR Enviado: 13/12/2009 17:04

 

Vida e Obra de Luís Vaz de Camões

 
 
Um homem do Renascimento

    
     Pouco se sabe com segurança sobre a vida de Luís Vaz de Camões. É provável que tenha nascido por volta de 1525, talvez em Lisboa. Deve ter tido uma educação esmerada, apesar de pertencer à camada menos abastada da corte portuguesa. Supõe-se que tenha estudado no Convento de Santa Cruz, no qual trabalhava Dom Bento de Camões, seu tio. Lutando contra os mouros, na investida portuguesa em Ceuta, em 1549,  perde a vista direita, razão pela qual será sempre representado futuramente com um tapa-olho. Preso durante o ano de 1552 por se envolver em brigas, embarca para o Oriente no ano seguinte em serviço militar. Vivendo na miséria em Goa e Moçambique durante 16 anos, chega a ter o seu Auto de Filodemo representado na Índia e, graças ao auxílio financeiro de amigos, regressa a Lisboa em 1569. Data desse período de dura peregrinação pelas colônias ultramarinas portuguesas a imagem de Camões que os romnticos haveriam de perpetuar: a do poeta miserável, exilado e saudoso de sua terra, sofrendo humilhações no cotidiano e escrevendo os mais sublimes versos como vingança. A conhecida história de seu relacionamento com Dinamene, companheira chinesa do poeta, reforça essa imagem. Navegando pelo rio Mecon, na Indochina, o casal sofreria um naufrágio. Diz a lenda que Camões teria conseguido salvar a si e aos manuscritos dos Lusíadas, enquanto a infeliz Dinamene morria afogada. Camões dedicaria à amada morta vários de seus poemas líricos, procurando elevá-la às mesmas alturas da Laura de Petrarca ou da Beatriz de Dante. Retornando a Portugal, consegue publicar, em 1572, a sua obra-prima, Os Lusíadas, e passa a viver de uma modesta pensão oferecida por Dom Sebastião, a quem dedicara seu poema épico. Morre em 1580, mesmo ano em que Portugal perdia sua autonomia política, caindo sob o domínio da temível Espanha. Em carta a Dom Francisco de Almeida, o poeta sintetiza este momento: "...acabarei a vida e verão todos que fui tão afeiçoado à minha Pátria que não me contentei em morrer nela, mas com ela".

 

 


Respuesta Ocultar Mensaje Eliminar Mensaje  Mensaje 3 de 3 en el tema 
De: QUIM TROVADOR Enviado: 13/12/2009 17:05

 

....



 

10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

9 06 2009

 

O dia 10 de Junho é oficialmente o Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Neste dia, data do falecimento de Luís Vaz de Camões, considerado o maior poeta português, relembram-se os feitos passados dos portugueses e aqueles que, hoje em dia, vivem fora de Portugal e se encontram espalhados por toda a parte do mundo.

Este ano, as comemorações do 10 de Junho têm como palco a cidade de Santarém e será aqui prestada homenagem a todos os portugueses que elevam o nome do nosso país, dentro e fora de Portugal.

Nesta data, lembramos também o poema de Camões “Desconcerto do mundo” em que o poeta vê o mundo da sua época com os valores deturpados. Lê e repara como ele observa que as pessoas boas não conseguem ser felizes e são as que sofrem os infortúnios deste mundo, enquanto que as pessoas más vivem sorrindo, sempre têm sorte e se adaptam bem à realidade. Todavia  com o poeta isso não acontece, porque ele quando erra é castigado.

Digamos que a justiça é cega e nem sempre se aplica e embora se saiba que não é sempre assim, é bem verdade que continua a acontecer, daí a grande actualidade do poema.

Ao desconcerto do Mundo

Os bons vi sempre passar

No Mundo graves tormentos;

E pera mais me espantar,

Os maus vi sempre nadar

Em mar de contentamentos.


Cuidando alcançar assim

O bem tão mal ordenado,

Fui mau, mas fui castigado.

Assim que, só pera mim,

Anda o Mundo concertado.

Luís de Camões






 
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