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De: misabelantunes1  (message original) Envoyé: 16/06/2008 15:52
Subida dos pre챌os dos alimentos vai agravar fome, malnutric찾o e mortalidade infantil

A fome, malnutrição e a mortalidade infantil no continente africano vão aumentar significativamente se a subida dos preços dos produtos alimentares continuar, conclui o Painel para o Progresso de África num relatório hoje apresentado em Londres

«Muitos países est찾o já a sentir um retrocesso de décadas de progresso económico e 100 milh천es de pessoas est찾o a ser empurradas para a pobreza absoluta», l챗-se no documento, que teve o contributo de pessoas como o ex-primeiro-ministro brit창nico Tony Blair, o músico e activista Bob Geldof e o ex-presidente do Fundo Monetário Internacional Michel Camdessus.
Para aliviar a press찾o, o estudo apela ao aumento imediato da assist챗ncia alimentar, ao mesmo tempo que pede investimento a longo prazo em fertilizantes, na gest찾o da água e das culturas e nas estradas para os agricultores poderem fazer chegar os seus produtos aos mercados.
De acordo com os seus autores, a disponibilidade de infra-estruturas, como as redes viária e de energia, é considerada «crítica para o desenvolvimento do sector privado de África».
«Quase 60 por cento das empresas indicam que este é o maior obstáculo à sua expansão», notam, exortando os governos africanos a tentar atrair capital privado para investir nesta área, nomeadamente de fundos de investimento soberanos.
Por outo lado, saúdam o investimento em África de países como China, Índia, Malásia e Emirados Árabes Unidos, que afirmam terem criado já «grandes oportunidades» para o desenvolvimento, nomeadamente das infra-estruturas, finanças e comércio.
Os membros do Painel alertam ainda para os efeitos das alterações climáticas em África que, na sua opinião, serão «mais severos que noutras regiões do mundo e terão impactos devastadores na produção de alimentos e no sustento dos pobres rurais».
A dois anos do fim do prazo indicado pelo G8 (grupo dos oito países mais industrializados) em 2005 para duplicar o montante de ajuda a África, o Painel considera «pouco provável que (a promessa) seja cumprida».
«A volatilidade da ajuda continua também a ser problemática, causando um grande fardo na capacidade dos países de planear investimentos», criticam.
Neste sentido, sugerem ao G8 uma maior transpar챗ncia na comunica챌찾o de montantes, datas e propor챌찾o atribuída aos respectivos países.
Em termos políticos, saúdam o surgimento de «democracias sustentáveis» em alguns países africanos.
Contudo, lamentam a persist챗ncia dos conflitos na regi찾o sudanesa de Darfur e no leste da República Democrática do Congo e a situa챌찾o no Zimbabué, em «total colapso económico com implica챌천es políticas e sociais graves».
«A resolu챌찾o destas crises vai requerer grande esfor챌os e mais consistentes da Uni찾o Africana bem como a lideran챌a de governos africanos individuais e da comunidade internacional como um todo», observam.
Apresentado pelo presidente em exercício, o ex-secretário-geral das Nações Unidas Kofi Annan, este é o primeiro relatório escrito do Painel para o Progresso de África.
O seu objectivo é examinar a conjuntura do continente africano em 2008 e persuadir os líderes mundiais a respeitar compromissos e a mobilizar recursos para novos problemas.
Lan챌ado em Abril de 2007, o Painel é formado por 11 membros e inclui políticos, economistas e activistas com experi챗ncia e conhecimento sobre as quest천es africanas.
A presidente da Funda챌찾o para o Desenvolvimento da Comunidade - e actual esposa de Nelson Mandela -, Gra챌a Machel, o prémio Nobel Muhammad Yunus, o ex-presidente africano General Olusegun Obasanjo e o fundador da organiza챌찾o Transparency International, Peter Eigen s찾o outros dos membros do Painel.
Lusa/SOL


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