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saopercheiro: ÚLTIMA PARTE HISTÓRIA DE AMOR
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From: percheiro  (Original message) Sent: 16/02/2011 13:53

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Naquele dia de 1845, extremamente frio, posicionada em seu sofá favorito, no segundo andar da casa de Wimpole Street, já acostumada a receber um volume considerável de correspondência, Elizabeth mudou de uma forma abrupta o seu já tradicional comportamento; quando uma carta mais ousada insinuava algo que saísse do essencialmente restrito espectro da poesia, sem titubear, tinha um endereço certo: a incineração.

Num procedimento inusitado, depois de abrir e conferir as correspondências, num gesto delicado, separou uma delas ternamente que parecia ter arrebatado àquele sofrido coração de mulher, cujos dizeres ficaram arraigados para sempre:

"Amo os seus versos com todo o meu coração. Amo estes livros e amo-a a si também. Sabe que uma vez estive quase a conhecê-la pessoalmente? Uma manhã, o senhor Kenion perguntou-me: "Gostaria que eu o apresentasse a Miss Barret? "E foi anunciar-me, mas pouco depois voltou dizendo que a senhora não se sentia bem e assim regressei a casa. Será que nunca a conseguirei ver? De qualquer maneira, quero dizer-lhe que era necessário que os seus poemas fossem escritos para que tão grande alegria e tão sincera satisfação despertassem no seu devoto admirador Robert Browning."

 

Subseqüentemente, consta que em número de 573 cartas, a história registrou uma das mais impressionantes, comovedoras e reveladoras expressões de relações humanas de que há notícia

As cartas que Elizabeth recebia, agora quase que diariamente, do desconhecido Robert, eram verdadeiros golpes com uma vibração exponencial sobre os muros da casa situada em Wimpole Street 50

Como nos finais dos velhos contos, Robert e Elizabeth viveram felizes por muitos anos. Cidades como Florença, Paris, Pisa e Roma, eram rotas obrigatórias, desfrutando das belezas naturais, do clima, dos amigos, e logicamente da poesia que além de outras afinidades, unia os dois.

Elizabeth, radiante e feliz, sentia-se muito bem de saúde, e para coroar a felicidade definitiva daquela união, em 1849, na Primavera, deu à luz um menino.

Na cidade de Florença, numa tarde de junho, acometida de um repentino e inesperado ataque de bronquite, imediatamente assistida pelo seu médico, nos braços de Robert, a poetisa faleceu.

 Esta foi uma bela e verdadeira história de amor, nunca se tinham visto, só a magia das belas cartas onde a poesia emprestava toda a beleza, e assim acaba aqui esta história que espero tenham gostado.

 
São Percheiro


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From: isaantunes Sent: 18/02/2011 08:58
Pois, uma história de amor é sempre uma história de amor! Obrigada. Isabel

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From: isaantunes Sent: 18/02/2011 08:58
Pois, uma história de amor é sempre uma história de amor! Obrigada. Isabel


 
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