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saopercheiro: CASTRO ALVES E OS ESCRAVOS
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From: percheiro  (Original message) Sent: 04/03/2011 19:02

Castro Alves um dos meus poetas favoritos, nasceu em 1847, no Brasil e de perto viveu o drama da escravatura que se fazia pelos senhores das grandes fazendas cuja mão de obra eram os escravos, miserávelmente tratados, açoitados amarrados aos troncos onde muitos acabavam por morrer.
A certa altura o poeta e escritor escrevia: Os meios tons! Assinalo a convivência pacífica entre brancos e pretos que vivem na fazenda Cabaceiras, quando o habitual é mandar açoitar costas e nádegas de escravos relapsos, ou respondões, e depois esfregar com sal os ferimentos.

Recorda-te do pobre que em silêncio
De ti fez o seu anjo de poesia,
Que tresnoita cismando em tuas graças,
Que por ti, só por ti, é que vivia,
Que tremia ao roçar do teu vestido,
E que por ti de amor era perdido... 
 

 
Uma parte de poemas maravilhos deste poeta
 
 
 
 
 
Somos nós, meu senhor, mas não tremas,

Nós quebramos as nossas algemas
Pra pedir-te as esposas ou mães.
Este é o filho do ancião que mataste.
Este - irmão da mulher que manchaste...
Oh, não tremas, senhor; são teus cães.
Cai, orvalho de sangue do escravo,
Cai, orvalho na face do algoz,
Cresce, cresce, seara vermelha,
Cresce, cresce, vingança feroz.
 

E assim vos deico com Castro Alves

 
São Percheiro


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Reply Delete message  Message 2 of 2 on the subject 
From: isaantunes Sent: 05/03/2011 13:26
São, Obrigada, pela partilha. Isabel


 
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