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notcias: Governo defende subsídios "direcionados" para os mais pobres
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De: isaantunes  (Mensagem original) Enviado: 07/05/2011 11:41

Maputo, 06 mai (Lusa) -- O ministro da Planificação e Desenvolvimento de Moçambique, Aiuba Cuereneia, considerou hoje "onerosos" os apoios generalizados para o alívio ao elevado custo de vida, defendendo a opção por subsídios "direcionados" às camadas mais pobres.

Em março, o governo moçambicano decidiu eliminar o subsídio geral aos combustíveis, mantendo o subsídio aos combustíveis mais usados pelos transportadores privados de passageiros, e introduziu o passe de transporte para trabalhadores e estudantes.

O executivo eliminou igualmente os subsídios ao arroz e trigo, optando pelo pagamento de uma cesta básica para os trabalhadores que auferem de rendimentos inferiores a 2500 meticais (56 euros).

Ao explicar hoje a decisão do Governo num encontro com o Observatório da Pobreza, uma Organização Não-Governamental moçambicana que monitoriza a situação da pobreza no país, o ministro afirmou que "era impossível para o governo manter subsídios generalizados a longo prazo".

Estimativas do Governo indicam que só em subsídios aos combustíveis eram gastos mensalmente 10 milhões de dólares (6,8 milhões de euros).

Esse quadro, indicou Aiuba Cuereneia, levou as autoridades a canalizar os apoios às camadas mais vulneráveis, através da introdução da cesta básica e do passe de transporte.

"As medidas anunciadas em 2010, para conter os efeitos da crise económica, de combustíveis e de cereais, deviam ter terminado em dezembro, mas acabaram sendo prorrogadas, porque em janeiro a situação agravou-se com a situação no norte de África", explicou o ministro moçambicano da Planificação e Desenvolvimento.

Por seu turno, o representante do Fundo Monetário Internacional (FMI), Victor Lledó, elogiou o caminho escolhido pelas autoridades moçambicanas, porque permite uma assistência mais "focalizada".

"A eliminação do subsídio de combustíveis tem a sua razão de ser, porque não era benéfica para as camadas pobres. O Governo está a pensar em medidas de proteção mais focalizadas, o que é muito bom" disse Victor Lledó.

PMA

Lusa/Fim


http://noticias.sapo.mz/lusa/artigo/12509256.html


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