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MOÇAMBIQUE: Nas Margens do Índico....
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Réponse  Message 1 de 2 de ce thème 
De: Paulo Afonso  (message original) Envoyé: 27/11/2012 17:16
Exposição ‘Nas Margens do Índico’ retrata vida de populações costeiras de Moçambique e Tanznia
15-10-2012 17:55

 
Jornalista: Lúcia Vinheiras Alves / Imagem e Edição: António Manuel

Inauguração da Exposição ‘Nas Margens do Índico’, do fotógrafo e investigador José Paula, no Palácio da Calheta contou com a presença de Luís Brites, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, que visitou o Jardim Botnico Tropical, na Noite Europeia dos Investigadores.
«A visão fotográfica de José Paula recolhe as paisagens marítimas e humanas convocadas num roteiro que nos aproxima do continente africano pela imagem, pela memória e pela língua», escreveu Luís Brites, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, no prefácio do catálogo da exposição ‘Nas Margens do Índico’.

E no mesmo catálogo da Exposição, o escritor moçambicano, Mia Couto, escreveu sobre as fotografias. «São mulheres e crianças que penteiam as ondas, que coletam mariscos como se de lavoura tratasse …. estas mulheres peneiram as praias como garimpeiros. O que catarem na maré vaza irá encher a panela de cada dia».

José Paula, biólogo marinho da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e fotógrafo, explicou que na exposição «pode-se encontrar imagens de uma vida difícil em África. Mulheres e crianças que todos os dias lutam pela sobrevivência, coletando as suas refeições no mar», portanto, «retrata a sobrevivência das populações costeiras de Moçambique e da Tanznia».

Fotografias de vida que é vivida, olhares de mulheres e jovens que interpelam no instante o biólogo marinho ou o investigador, marcando presença para a máquina fotográfica.

«Isto nasceu a partir de projetos de investigação que começamos a realizar em Moçambique e na Tanznia e no Quénia a partir de 1991, em colaboração entre a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e a Universidade Eduardo Mondlane, em Moçambique e com financiamentos de projetos europeus, de que primeiro fomos parceiros e depois no final coordenamos vários desses projetos, e até mesmo a nível regional, as equipas europeias», explicou o investigador.

Do leste de Moçambique à Tanznia, José Paula manteve-se na costa tendo o mar como tela, entre ambos, o campo de estudo, de observação e as gentes que davam também razão a outra paixão.

«Esses projetos fizeram-nos viajar muito na costa, sobretudo, estudos relacionados com recursos costeiros, biodiversidade, conservação do meio marinho e também depois mitigação de poluição e qualidade ecológico da água, que foi necessário também começar a trabalhar nesse assunto», afirmou o investigador.

E «isso fez-nos viajar, fez-nos conhecer todos estes ambientes e proporcionou o desenvolvimento desta atividade paralela, da fotografia que sempre foi uma paixão minha», acrescentou.

A exposição ‘Nas Margens do Índico’ é também um cruzamento de linhas, pontes entre a ciência e a cultura de povos que tão longe são próximos.

Imagens a preto e branco que a Noite Europeia dos Investigadores no Jardim Botnico Tropical, do IICT, lhes dá a universalidade da lusofonia.

«Foi extremamente importante que isso tivesse acontecido assim. O IICT é o Instituto português que faz as pontas na lusofonia da ciência e da cultura científica, sobretudo, da cultura tropical. Portanto, este era o melhor sítio onde poderia ter sido inaugurada uma exposição destas», referiu José Paula.

E o investigador acrescentou que, para além disso, «a Noite Europeia dos Investigadores é uma ocasião privilegiada para poder disseminar estas atividades e, sobretudo esta junção entre aquilo que é a atividades científicas e a divulgação ao público e um pouco a arte também».

A exposição ‘Nas Margens do Índico’ poderá ser visitada no Palácio da Calheta, no Jardim Botnico Tropical em Lisboa, até finais de fevereiro de 2013.


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Réponse  Message 2 de 2 de ce thème 
De: Helena Marinho Envoyé: 29/11/2012 00:29
Uma exposição que gostava de ver..... rever o nosso lindo mar, com toda a saudade,
saudade do que ficou, e não de voltar....
Denota-se uma grande qualidade e profissionalismo na montagem disto tudo.
Obrigada por divulgar,
Bjos
Lena
 
 


 
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