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PORTUGAL - JARDIM À BEIRA MAR PLANTADO: AVES DE PORTUGAL
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From: QUIM TROVADOR  (Original message) Sent: 24/04/2010 17:22

 

Aves de Portugal
Em Portugal Continental já foram registadas 411 espécies de aves em estado selvagem.
A este total devem ser adicionadas as espécies da
categoria D, que são contabilizadas separadamente.
No portal
avesdeportugal.info encontra informação detalhada sobre os melhores locais

 

 

 

 

Espécies da categoria D

As espécies da categoria D não integram a Lista das Aves de Portugal
publicada pelo Comité Português de Raridades e não são contabilizadas
para o total de 411 espécies registadas em estado selvagem.

Incluem-se nesta categoria as espécies observadas em liberdade, mas para as quais
subsistem dúvidas quanto à origem genuinamente selvagem das aves observadas
(considera-se assim a possibilidade de serem indivíduos selvagens ou fugas de cativeiro)

cisne-mudo (Cygnus olor)

falcão-gerifalte (Falco rusticolus)

flamingo-pequeno (Phoenicopterus minor)

ganso-de-cabeça-listada (Anser indicus)

ganso do Canadá (Branta canadensis)

grou-pequeno (Grus virgo)

marabu (Leptoptilos crumeniferus)

pato-falcado (Anas falcata)

pato-ferrugíneo (Tadorna ferruginea) *

pelicano-branco (Pelecanus onocrotalus)

rola do Senegal (Streptopelia senegalensis)

* - esta espécie também pertence à categoria B, pelo que faz parte da Lista de Portugal
Lista de espécies

A categoria D compreende actualmente 11 espécies de aves:

Fonte: Lista sistemática das aves de Portugal Continental. Anuário Ornitológico 5: 74-132. R. Matias et al. 2007

 


Cisne-mudo
Cygnus olor

As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.

Até final de 2007 foram homologadas 13 observações:

2000, 23-Mar, estuário do Tejo, CC Moore (Anuário 1)

2000, 18-Nov, Barrinha de Mira, F Almeida, J Manuel (Anuário 1)

2002, 27-Mar, 3-Nov e 28-Dez, estuário do Tejo, CC Moore e outros (Anuários 2 e 3)

2003, 21-Out, a 25-Dez, estuário do Cávado, até 6 inds.(5 ad. + 1 juv.), P Mota, F Campinho (Anuário 3)

2004, 14-Nov a 8-Dez, estuário do Cávado, 2 ad., F Campinho, G Elias, R Brito, M Sousa (Anuário 4)

2004, 26-Nov, Lagoa de Óbidos, G Elias, R Guerreiro (Anuário 4)

2004, 28-Dez, estuário do Cávado, 6 inds, L Reino e J Santana (Anuário 5)

2006, 18-Mar, Benavente, adulto, CC Moore (Anuário 6)

2006, 6-Set a 30-Dez, lagoa de Santo André, adulto, R Marcão, R Tomé e outros (Anuário 6)

2007, 19-Mai, lagoa de Albufeira, adulto, J. Rodrigues e J. Côxo (Anuário 6)

2007, 29 e 31-Jul, Vilamoura e lagoa dos Salgados, adulto, J. Hardacre (Anuário 6)

2007, 8-Out e 11-Dez, lagoa de Santo André, adulto, A Leitão e H Costa (Anuário 6)

2007, 28-Dez, sapal de Corroios, estuário do Tejo, adulto, M Estevens (Anuário 6)

Identificação
Muito grande, totalmente branco, com um longo pescoço geralmente em forma de S. O bico é alaranjado,
com uma protuberncia preta.
Apenas se pode confundir com o cisne-bravo e com o cisne-pequeno, ambos muito raros em Portugal

 

Falcão-gerifalte
Falco rusticolus

Identificação
É o maior dos falcões, sendo maior que o falcão-peregrino. A sua plumagem varia entre o branco e o
acinzentado.




As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2007 foi homologada uma única observação em Portugal Continental:

1991, 15 e 22-Mar, Odeceixe, Aljezur e Malhão, Odemira, J. Pereira, C. Conde, J. Costa (Airo 4-1)

 


Flamingo-pequeno
Phoenicopterus minor

Identificação
Um pouco mais pequeno que o flamingo-comum, distingue-se pela plumagem de um rosa mais intenso e pelo bico escuro, quase preto.
As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2007 foram homologadas 6 observações em Portugal Continental:


2000, 13-Mai, Vasa-Sacos, estuário do Tejo, CC Moore (Anuário 1)

2001, 21-Jan, Samouco, estuário do Tejo, L Gordinho, L Reino (Anuário 1)

2005, 15-Jun, Murraceira, estuário do Mondego, D. Rodrigues (Anuário 5)

2005, 2 a 13-Dez, Samouco, estuário do Tejo, A. Rocha (Anuário 5)

2007, 23 a 27-Mar, lagoa dos Salgados, adulto, P Dedicoat e outros (Anuário 6)

2007, 1-Jul a 28-Ago, Castro Marim, adulto, P Dedicoat e outros (Anuário 6)

 



Ganso-de-cabeça-listada
Anser indicus

Identificação
Grande, cinzento, com a cabeça branca. Patas amarelas e bico amarelo. Em voo vê-se uma barra alar posterior escura.




As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2007 foi homologada uma observação em Portugal Continental:

2000, 21-Fev, salinas de Tavira, 2, A. Gonçalves (Anuário 3)

 


Ganso do Canadá
Branta canadensis

Identificação
O ganso do Canadá é relativamente fácil de identificar: pescoço preto, com uma enorme mancha branca na face. Distingue-se do ganso-de-faces-brancas pelo seu maior tamanho, pelo peito claro, pela testa preta e pelo dorso castanho.


As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2007 foram homologadas quatro observações:


1997, 13-Out a 6-Nov, Dunas de São Jacinto, D Rodrigues e outros (Pardela 11)

1998, 3-Jan, Ponta da Erva, J. Almeida (Pardela 11)

2002/2003, 28-Set a 02-Mar, lagoa dos Salgados, N. Fonseca (Anuário 3)

2007, 13-Mar, perto de Abrantes, R. Marcão (Anuário 6)

 



Grou-pequeno
Grus virgo

Identificação
Um pouco mais pequeno que o grou-comum, ao qual se assemelha.




As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2007 foi homologada uma única observação em Portugal Continental:

2004, 6-Nov até ao fim do ano, estuário do Cávado, J Jaques, F Campinho e outros (Anuário 4)

 


Marabu
Leptoptilos crumeniferus

Identificação
Grande ave pernalta maior que uma cegonha. Identifica-se pelo seu bico enorme e pelo pescoço desprovido de penas.



As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2007 foram homologadas 6 observações em Portugal Continental:

1996-97, 27-Out a 1-Mar, estuário do Sado, E. Gomes e outros (Pardela 8, Pardela 11, Anuário 2)

1997, 14-Ago, Alpalhão e Barragem da Póvoa, G. Rosa (Pardela 11)

2001, 17-Fev, Óbidos, G. Elias, A. Carvalho, D. Patacho, P. Pessoa (Anuário 2)

2002, 1-Abr, paul do Boquilobo, C Noivo (Anuário 2)

2002, 5 a 12-Ago, paul do Boquilobo, adulto, C Noivo e outros (Anuário 4)

2004, 26-Ago, Morgado do Reguengo, Portimão, N Fonseca (Anuário 4)

 


Pato-falcado
Anas falcata

Identificação
O macho tem a cabeça verde, incluindo a nuca; a fêmea faz lembrar um pequeno arrabio, tem um bico estreito e escuro e apresenta os lados da cabeça vermiculados; em voo, o “espelho” é escuro.



As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2004 foi homologada apenas uma observação em Portugal:

1995, 25-Dez, paul do Boquilobo, macho em eclipse, F Pereira (Pardela 10

 


Pato-ferrugíneo
Tadorna ferruginea

As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.

Até final de 2007 foram homologadas 25 observações:

1991, 10-Ago, estuário do Tejo, 1, CC Moore, G Elias (Airo 4-1)

1996, 9-Jan, baía de Cascais, 1, 2º reg, R Tomé, P Geraldes (Pardela 8)

1998, 10-Set a 2-Out, Barragem do Caia, 5 a 9 inds., L Venncio, J.L. Almeida (Pardela 11)

1999, 31-Mar, Cabo Raso, fêmea, CC Moore, P Holt, S Hollows (Anuário 1)

2000, 11 e 16-Ago, lezírias da Ponta da Erva, estuário do Tejo, 2, CC Moore, H Costa (Anuário 1)

2001, 11-Fev a 21-Abr, lagoa dos Salgados, 1 a 3 inds., J Ministro e M Mendes (Anuário 1)

2001, 26-Mar a 18-Abr, Salinas de Sta Luzia, Tavira, 3, R Tipper e outros (Anuário 1)

2002, 31-Mai, Salreu, Estarreja, 3, 2 machos e 1 fêmea, R Brito (Anuário 3)

2003, 17-Jan, Mouchão do Lombo, estuário do Tejo, L Costa, M Armelin (Anuário 3)

2003, 30-Set a 8-Nov, Barrinha de Mira, Mira, J Petronilho (Anuário 3)

2003, 29-Dez, Pancas, estuário do Tejo, D Hurst, M Armelin (Anuário 3)

2004, 29-Jan, ETAR de Tavira, Tavira, N Grade (Anuário 4)

2004, 31-Mar, Rio Séqua, Tavira, C Viney (Anuário 4)

2004, 14-Mar, Ponta da Erva, estuário do Tejo, CC Moore (Anuário 4)

2004, 25-Nov, Vale de Frades, estuário do Tejo, 2, P Lourenço (Anuário 4)

2005, 25-Jan, Paderne, Albufeira, 2, M Mendes (Anuário 5)

2005, 15-Abr, Paul das Salgadas, Santarém, 2, M Canaverde (Anuário 5)

2005, 22-Abr, Ria de Alvor, macho 2º Ver, C Key (Anuário 5)

2005, 29-Abr, estuário do Mondego, 2, R Lopes (Anuário 5)

2007, 1-Mar, Quinta do Canal, Figueira da Foz, D. Rodrigues (Anuário 6)

2007, 18-Mar, estuário do Sado, adulto, J Jara (Anuário 6)

2007, 19-Mar, Outão, serra da Arrábida, J Barbosa (Anuário 6)

2007, 24-Mar, lagoa de Óbidos, H Cardoso e outros (Anuário 6)

2007, 23-Jun a 2-Set, lezírias da Ponta da Erva, casal, J Jara e outros (Anuário 6)

2007, 1-Dez, albufeira do Pego do Altar, 2, P Marques (Anuário 6)

 


Pelicano-branco
Pelecanus onocrotalus

Identificação
Enorme, caracteriza-se pelo seu bico com uma grande bolsa na mandíbula inferior, e pela plumagem preta e branca. As patas e o bico são amarelos.



As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2007 foram homologadas 8 observações em Portugal Continental:


1995, 19-Ago, lagoa de Santo André, imaturo, H Costa, P Fearon, C Pacheco (Pardela 5)

1995, 8-Out, Ponta da Erva, L Reino (Pardela 5)

1998, 22-Ago, lagoa de Santo André, 2, R Matias, M Armelin, J Ministro, P Fearon, A Fearon (Anuário 1)

1998, 16-Set, paul do Boquilobo, 2, A Marques, F Canais, F Pereira, J Silva, C Noivo (Pardela 11)

2006, 10 e 11-Mar, albufeira do Caia, imaturo, L Venncio (Anuário 6)

2006, 30-Dez, estuário do Sado, J Jara (Anuário 6)

2007, 20-Jan, estuário do Mondego, adulto, R Lopes (Anuário 6)

2007, 14-Mar e 13-Mai, Salreu, adulto, J Neto e M Romão (Anuário 6)

 


Rola do Senegal
Streptopelia senegalensis

Identificação
Pequena rola, de tons rosados. Caracteriza-se por ter as asas relativamente curtas e a cauda longa. Um dos aspectos que mais se destaca na plumagem é o painel azulado nas asas, que é visível quando a ave está pousada.


As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2005 foi homologada apenas uma observação em Portugal Continental:

1996, 5 a 7-Jan, Rebelva, Parede, CC Moore, P Holt (Pardela 8)


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Reply  Message 2 of 2 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/04/2010 17:26


LISTA DE ESPÉCIES - ( IMAGENS E ALGUNS PORMENORES )

ACONSELHAMOS CONSULTAR A FONTE DE INFORMAçãO PARA DETALHES IMPORTANTES AOS ESTUDIOSOS DA AVIFAUNA DE PORTUGAL

FONTE : http://www.avesdeportugal.info/avesdeportugal.html


Já se encontra disponível informação
referente a 423 espécies de aves.


abelharuco
abetarda
abetouro
abibe
abibe-sociável
abutre do Egipto
abutre-preto
açor
águia-calçada
águia-cobreira
águia-d'asa-redonda
águia de Bonelli
águia-gritadeira
águia-imperial
águia-pesqueira
aguia-rabalva (categoria B)
águia-real
airo
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alcaravão
alcatraz-pardo
alfaiate
alma-de-mestre
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pilrito-de-bico-fino
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flamingo
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gaivota-de-bico-riscado
gaivota de Bonaparte
gaivota-de-cabeça-preta
gaivota de Sabine
gaivota de Franklin
gaivota do Cáspio
gaivota-hiperbórea
gaivota-parda
gaivota-pequena
gaivota-polar
gaivota-prateada
gaivota-prateada-americana
gaivota-risonha
gaivota-tridáctila
gaivotão-real
galeirão-americano
galeirão-comum
galeirão-de-crista
galinha-d'água
galinhola
ganso-bravo
ganso-campestre
ganso-de-bico-curto
ganso-cab.-listada (categoria D)
ganso-de-faces-brancas
ganso-de-faces-pretas
ganso do Canadá (categoria D)
ganso-grande-de-testa-branca
ganso-patola
garajau-bengalense
garajau-comum
garajau-grande
garajau-real
garça-boieira
garça-branca-grande
garça-branca-pequena
garça-dos-recifes
garça-real
garça-vermelha
garçote
goraz
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gralha-calva
gralha-de-bico-vermelho
gralha-de-nuca-cinzenta
gralha-preta
grifo
grifo-africano
grifo de Rüppell
grou-comum
grou-pequeno (categ. D)
guarda-rios
guincho-comum
íbis-preta
laverca
lugre
maçarico-bastardo
maçarico-bique-bique
maçarico-das-rochas
maçarico-de-bico-comprido
maçarico-de-bico-direito
maçarico-do-campo
maçarico-galego
maçarico-maculado
maçarico-real
maçarico-solitário
maçarico-sovela
mainá-de-crista (categoria C)
marabu (categoria D)
marreco
marrequinha
marrequinha-americana
melro-azul
melro-d'água
melro-das-rochas
melro-de-peito-branco
melro-preto
merganso-de-poupa
merganso-grande
mergulhão-de-crista
mergulhão-de-pescoço-castanho
mergulhão-de-pescoço-preto
mergulhão-pequeno
milhafre-preto
milhafre-real
mobelha-árctica
mobelha-grande
mobelha-pequena
mocho-galego
mocho-d'orelhas
moleiro-grande
moleiro-pequeno
moleiro-pomarino
moleiro-rabilongo
narceja-comum
narceja de Wilson (*)
narceja-galega
narceja-real
noitibó da Europa
noitibó-de-nuca-vermelha
ógea
ostraceiro
painho-casquilho
painho-de-cauda-forcada
painho-de-ventre-branco
painho de Swinhoe
papa-amoras-cinzento
papa-amoras-comum
papa-figos
papa-moscas-cinzento
papa-moscas-pequeno
papa-moscas-preto
papa-ratos

 


Abelharuco
Merops apiaster

Identificação

Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.

Abundncia e calendário
O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade
interior do território, nas zonas de influência mediterrnica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).

 


ABETARDA

Otis tarda

Uma das espécies mais emblemáticas do Alentejo, a abetarda é a mais pesada das aves europeias, mas também uma das mais difíceis de observar.

Identificação
Muito grande. Os machos chegam a pesar 16 kg, as fêmeas são um pouco mais pequenas, sendo a
diferença visível quando estão perto dos machos. A plumagem é castanha e o pescoço esbranquiçado.
Devido ao seu comportamento muito arisco, as abetardas raramente se deixam ver a pequena distncia, pelo que estes aspectos nem sempre são fáceis de observar.

Abundncia e calendário
Pouco comum e com uma distribuição muito localizada, a abetarda muito difícil de encontrar fora dos seus locais habituais de ocorrência. A espécie conta hoje em Portugal com uma população de cerca de 1000 indivíduos (metade dos quais se encontram nas planícies de Castro Verde). Frequenta sobretudo grandes extensões abertas e dificilmente tolera aproximações de pessoas a menos de um quilómetro. Embora a espécie seja sobretudo residente, é habitual haver alguma dispersão de indivíduos nos meses de Verão, havendo então observações esporádicas de abetardas noutras regiões do país.

 


Abetouro
Botaurus stellaris

Extremamente difícil de observar, quer pelo extraordinário mimetismo que apresenta, quer pela escassez da espécie. O canto desta espécie é um dos mais incríveis sons produzidos na natureza.

Identificação
Eis uma garça robusta e de grandes dimensões, mas de patas mais curtas que a garça-real e a
garça-vermelha. O corpo é compacto, de tom castanho-amarelado e pintalgado. Possui manchas pretas na cabeça e junto à base do bico. O pescoço, ao contrário das duas espécies acima mencionadas, é robusto e mais largo. Esta é uma espécie que se camufla na perfeição por entre a vegetação palustre, e por isso de bastante difícil detecção. O som emitido durante a época de reprodução assemelha-se ao som produzido
por um touro, e daí o nome desta garça.
Abundncia e calendário
O abetouro é raro no nosso território. Embora já tenha sido registada a nidificação em Portugal, actualmente
trata-se de uma espécie que apenas é observada ocasionalmente, sobretudo fora da época de reprodução

 


Abibe
Vanellus vanellus

Identificação

Esta é uma das espécies de mais fácil identificação da nossa avifauna, sobretudo quando em plumagem de adulto. O seu característico penacho comprido, mais longo durante a Primavera e o Verão, o padrão escuro (dorso) e claro (abdómen e peito), as patas algo compridas e as manchas brancas faciais permitem distingui-lo facilmente das restantes limícolas. No dorso, apresenta uma tonalidade esverdeada com reflexos, que perdem vivacidade na plumagem de Inverno. Quando em fuga, emite vocalizações extremamente características, parecidos a lamentos.

Abundncia e calendário
O abibe é abundante durante o Inverno na metade sul do país. A melhor época de observação centra-se nos meses de Outono e Inverno, sobretudo entre Outubro e Fevereiro. Na Primavera, e dado ser uma espécie rara como reprodutora, os seus números caem bastante. Ocorre sobretudo junto a zonas húmidas, prados húmidos, pastagens e zonas lavradas, estando ausente de zonas montanhosas ou densamente florestadas. Pode ocorrer em bandos de algumas centenas, por vezes em associação com a tarambola-dourada. No restante do ano, o abibe torna-se mais raro. Trata-se de uma espécie mais frequente a sul que a norte

 


Abibe-sociável
Vanellus gregarius

Identificação
Um pouco menor que o abibe-comum. Quando pousado, distinguindo-se desta espécie pela plumagem mais acastanhada, pelas patas pretas, pela ausência de poupa e pela lista supraciliar branca. Em voo, o padrão tricolor da plumagem, composto por branco, castanho e preto, é característico e facilmente visível à distncia.
As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.

Até final de 2004 foram homologadas 9 observações:

1995, 21 a 24-Out, lagoa de Santo André, plumagem de 1º Inverno, CC Moore e outros (Pardela 10)

1997, 11-Dez, Ria de Alvor, N Fonseca, F Bally (Pardela 11)

1998, 27-Fev, Pancas, estuário do Tejo, CC Moore, (Pardela 11)

2000, 11 e 28-Fev e 1-Mar, Bate-orelhas, estuário do Tejo, plum. Inverno, CC Moore, G Elias (Anuá. 1)

2000, 27-Nov e 16-Dez, Bate-orelhas, estuário do Tejo, plum. Inverno, CC Moore e outros (Anuário 1)

2000, 1-Dez a 3-Dez, Ludo, juv., M Mendes, J Pereira, P Palma, G Silva, R Tipper (Anuário 1)

2001, 20-Jan, Ludo, juv., N Fonseca (Anuário 1)

2004, 3-Out a 29-Out, lagoa dos Patos, juvenil, CC Moore, JL Almeida (Anuário 4)

2005, 11-Dez, Bate-Orelhas, estuário do Tejo, adulto,CC Moore (Anuário 5)

 


Abutre do Egipto
ou Britango
Neophron percnopterus

O mais pequeno dos abutres portugueses constitui uma das aves mais emblemáticas do nordeste
transmontano. Nessa região, é conhecido popularmente pelo nome de "criado do cuco", por ser "aquele que vem à sua frente, para lhe trazer a bagagem".

Identificação
É uma rapina de tamanho médio. Pela plumagem branca e preta, o adulto pode fazer lembrar uma águia-calçada. Distingue-se desta espécie pela cauda longa e cuneiforme, pelas partes superiores brancas e pela face amarela. Os imaturos são totalmente castanhos, apresentando também a
cauda cuneiforme.

Abundncia e calendário
O abutre do Egipto é uma espécie estival, que pode geralmente ser visto em Portugal a partir de finais de Fevereiro ou princípios de Março. É pois uma das primeiras espécies migradoras a chegar ao território continental. Está presente nas zonas de nidificação de Março a Setembro. Outrora uma espécie comum, este abutre tornou-se progressivamente mais escasso e hoje é uma
ave relativamente rara, encontrando-se o seu principal núcleo reprodutor no nordeste transmontano. Frequenta sobretudo vales alcantilados, onde nidifica

 


Abutre-preto
Aegypius monachus

A enorme silhueta escura do abutre-preto é muitas vezes vista a grande altura, por momentos fazendo esquecer que esta é a maior das aves planadoras que ocorrem em Portugal.

Identificação
Pelo tamanho pode fazer lembrar um grifo, mas é um pouco maior que esta espécie, distinguindo-se principalmente pela plumagem totalmente escura, quase negra. A envergadura pode atingir os 3 metros.
A silhueta em voo é um pouco diferente da do grifo, sendo as asas mantidas ligeiramente recurvadas para baixo. Quando visto em voo, podem por vezes ver-se as patas esbranquiçadas.


Abundncia e calendário
Este grande abutre é relativamente raro em Portugal, mas pode ser considerado de ocorrência regular ao longo da fronteira, especialmente na Beira e no Alentejo. Muitas vezes trata-se de indivíduos oriundos de Espanha, que vêm alimentar-se em território português. Embora não seja habitual ver mais que um ou dois indivíduos juntos, o abutre-preto associa-se frequentemente a bandos de grifos

 


Açor
Accipiter gentilis

Esta rapina surpreende pela agilidade do seu voo poderoso por entre as árvores de um bosque.

Identificação Ave de rapina de hábitos discretos, é bastante semelhante na forma e padrão da plumagem ao gavião, possuindo também barras horizontais no peito e abdómen, e um tom acinzentado no dorso. Distingue-se sobretudo pelas maiores dimensões, asas mais robustas, cauda proporcionalmente mais comprida e cabeça projectada. Os imaturos têm riscas verticais em vez de barras horizontais. O açor tanto pode ser encontrado a voar por entre a ramagem das árvores de bosques densos, como planando acima das mesmas em correntes térmicas ascendentes.

Abundncia e calendário
O açor é uma espécie pouco comum, dependente de zonas florestadas. Sendo residente, ocorre durante todo o ano, podendo mais facilmente ser observado no início da Primavera durante as paradas nupciais. É mais frequente a norte e junto ao litoral que no sul.


 
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