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MEU BRASIL BRASILEIRO - TODOS OS ESTADOS: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
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From: QUIM TROVADOR  (Original message) Sent: 24/04/2010 23:25


ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

História do Espírito Santo

Período pré-cabralino
Inicialmente, a região era habitada por diversas tribos indígenas, todas pertencentes ao tronco Tupi; as tribos do interior eram chamadas de Botocudos, sendo-lhes atribuído comportamento hostil e belicoso, além da prática de antropofagia[2]. No litoral, as tribos também eram hostis, porém de hábitos um pouco diferentes.

Na região Sul do actual estado e na região da serra do Caparaó, as tribos não eram hostis, e o seu nome deriva de seu hábito de levar os visitantes para "ouvir o silêncio" da Serra do Castelo. As demais tribos eram os aimorés e os goitacás.

Colônia
Ver artigo principal: Capitania do Espírito Santo
A costa do atual estado do Espírito Santo foi reconhecida por navegadores portugueses já em 1501, e desde então foi alvo da ação de contrabandistas de pau-brasil.

Com o estabelecimento, pela Coroa Portuguesa do sistema de Capitanias Hereditárias para a colonização do Brasil (1534), o seu atual território estava compreendido no lote que se estendia da foz do rio Mucuri à do rio Itapemirim (aproximadamente), doada a Vasco Fernandes Coutinho em 1 de junho de 1534[3].

A colonização portuguesa no estado começou em 23 de maio de 1535 quando os colonizadores, chefiados pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho, chegaram na capitania do Espírito Santo e desembarcaram da Nau Glória na região da Prainha próximo onde hoje está situado o 38º Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro (em Vila Velha). Sob as flechas dos Goitacás, havendo necessidade do troar das duas peças de artilharia da embarcação, para que os indígenas debandassem, permitindo a posse da terra pelo donatário, ali mesmo decidiu erguer uma fortificação, o Fortim do Espírito Santo, e iniciaram aí o primeiro núcleo populacional da capitania. Foi denominada de Vila do Espírito Santo (hoje Vila Velha, uma das cidades mais antigas do Brasil, com 473 anos de existência. No começo, era uma pequena vila, dedicada a plantação de milho (dai que surgiu o gentílico capixaba, que deriva do tupi kapi'xawa, terra de plantação). Devido aos constantes ataques dos povos indígenas extremamente hostis, que ali residiam, e que estavam quase destruindo a vila, Vasco Fernandes Coutinho, resolve fundar uma outra vila, desta vez em uma ilha, que era de relevo irregular, com muitas montanhas (Vila Velha é plana), a fim de se proteger dos ataques indígenas.

A nova povoação recebeu o nome de Vila Nova do Espírito Santo (hoje Vitória, capital do estado, ali começou de vez o povoamento da capitania. Mesmo tendo se isolado na ilha, as hostis tribos indígenas não pararam de atacar, até que os indígenas, extremamente hostis lançaram um massivo ataque a ilha, as forças indígenas eram muito maiores que as portuguesas, porém ajudados pelo relevo os portugueses conseguiram expulsar os indígenas e rebatizaram o povoamento para o nome de Vitória, após neutralizar as tribos indígenas, a capitania experimentou um breve período de paz, onde se voltou para o plantio de cana de açúcar, e começaram as missões jesuíticas, para catequizar as tribos muito hostis do estado e evitar futuros problemas com elas, com destaque para José de Anchieta, que fundou várias cidades, como Guarapari, Benevente (atual Anchieta), Marataízes e até cidades como São Paulo, ele percorreu todo o sudeste do Brasil, mas residiu no Espírito Santo, onde morreu em 1597, na cidade que leva seu nome Anchieta.


Invasões
Durante o final do século XVI se iniciou um novo período, que se estendeu até o começo do século XVIII, nesse período, sucessivos ataques franceses, ingleses e neerlandeses e de corsários, fizeram com que a baía de Vitória se tornasse uma verdadeira praça-forte. Apenas na ilha de Vitória foram erguidos quatro fortes, com destaque para o Forte de São João. Outros recursos defensivos foram empregados como o uso de uma grossa corrente presa em cada margem da baía para conter os navios indesejados. Também durante esse período, há relatos de batalhas com auxílio milagroso, e de vários heróis como Maria Ortiz, que ajudou a expulsar os neerlandeses, neles "jogando água quente"[4].

As tentativas mais sérias de invasão e ocupação foram as dos neerlandeses de 1625, quando o donatário da capitania, Francisco de Aguiar Coutinho, repeliu uma investida de oito navios sob o comando de Piet Hein, de 10 a 18 de março de 1625, com o apoio de entrincheiramentos e das fortificações da vila, e a de 1632, quando os neerlandeses atacaram novamente a capitania, agora com sete navios, sob o comando do Coronel Johann von Koin. Deles desembarcam uma força de quatrocentos homens, de 27 de outubro a 13 de novembro de 1632, sendo repelidos em Vitória pelas forças do capitão-mor João Dias Guedes. Diante dos ataques, o Governo-geral destacou para Vitória quarenta infantes da tropa regular. Um último ataque neerlandês à capitania ainda seria registrado, porém, em 1653.

Forte de São Francisco Xavier de Piratininga
Fortaleza da ilha do Boi

[Abandono
No Século XVII, o estado finalmente voltou a paz, porém o estado foi praticamente abandonado após a descoberta de ouro no interior de seu próprio território, que foi desmembrado para a criação da Capitania Real das Minas Gerais, por uma ordem de Portugal. Muitos dos investimentos da Coroa Portuguesa nesse período vieram em forma de construção e reformas de fortes para a proteção da vila e também a proibição de abertura de estradas para o interior, que pudessem facilitar o caminho para a regição das minas. Durante esse período, ocorreu um fato que muitos desconhecem, a capitania foi anexada à capitania da Baía de Todos os Santos, pois o governador-geral observava que, em Vitória, faltava todo o tipo de defesa e meios de conservação, atribuindo isso à má administração daqueles que governaram a capitania. Isso se devia, entretanto, ao isolamento decorrente da descoberta das Minas, e ordenou que a capitania fosse anexada à capitania geral da Bahia, para sua modernização, tendo sua Capital em Salvador. Isso acarretou no povoamento do norte do estado, conhecido por ter algumas das tribos indígenas mais hostis, mas, mesmo assim, foram estabelecidos grandes latifúndios escravistas, principalmente no município de São Mateus.


Império
Após a Independência do Brasil, as lavouras cafeeiras chegaram ao sul do estado, provenientes do Rio de Janeiro, o café foi o primeiro sinal de progresso para a nova província, agora que os Índios estavam exterminados, o interior do estado finalmente foi povoado. O café enriqueceu muito o estado e formou ricas cidades, maiores e mais ricas que a capital, como Santa Leopoldina e Cachoeiro do Itapemirim que foram fragmentadas em várias outras cidades menores. O café já não é mais a maior fonte de renda do estado, mas foi até aproximadamente 1960.


Emigração e crescimento

O plantio do Café, foi a principal atividade exercida pelos imigrantes europeus e foi a maior fonte de renda para o estado até 1940.Durante o fim do século XIX milhares de Imigrantes, vindos principalmente da Itália, Alemanha e Pomernia (nação extinta onde hoje seria o norte da Alemanha e da Polônia) se estabeleceram na Serra do castelo. O plantio do café foi ainda a principal atividade dos imigrantes europeus, que introduziram o regime da pequena propriedade na região serrana, mais especialmente os pomeranos se voltaram para culturas agrícolas diferentes, como a da uva e a do morango, frutas de clima temperado que podiam ser plantadas ali graças ao clima mais ameno. Muitos imigrantes, especialmente os pomeranos ainda mantêm sua cultura, hábitos e festas típicas.

Os imigrantes europeus, vieram para o Brasil, com o sonho de uma vida melhor, pois no fim do século XIX e começo do XX, período da imigração, seus países de origem viviam graves problemas sociais e econômicos, os imigrantes que vieram ao Brasil, se estabeleceram em terras altas de clima mais ameno e se dedicavam a agricultura.

Hoje estima-se que de 60% a 70% da população do estado possui alguma ascendência Italiana ou Alemã. Porém os alemães e pomeranos juntos não chegam nem a 5% da população.

A partir da década de 1950, o estado começou a driblar os problemas históricos e começou a explorar seus muitos recursos naturais e a se industrializar.

Atualmente, o Espírito Santo conta com trunfos valiosos na arrancada para o desenvolvimento econômico: uma privilegiada localização geográfica, riquíssimas reservas de minerais radioativos no litoral, um grande complexo portuário, sendo que tem a melhor estrutura portuária do Brasil com um dos maiores portos de minério do mundo, o Porto de Tubarão, a segunda maior produção de petróleo país e as maiores reservas de gás natural do Brasil. Além disso, conta com vastas áreas de plantio de eucalipto, sendo grande produtor de celulose, e o estado é também o maior produtor de rochas ornamentais do mundo, principalmente mármore e granito. Possui uma rica e diversificada agricultura.


Origem do nome
Vasco Fernandes Coutinho desembarcou na capitania no dia 23 de maio de 1535 desembarcando na atual Prainha de Vila Velha, onde fundou o primeiro povoamento. Como era oitava de Pentecostes, o donatário batizou a terra de Espírito Santo, em homenagem à terceira pessoa da Santíssima Trindade.


[

Bandeira do Espírito Santo
Escolhido pelo governador Jerônimo Monteiro, o lema "Trabalha e Confia", no centro da bandeira capixaba, subentende-se "trabalha e confia em Deus", o que é na verdade uma adaptação de um lema jesuíta, que originalmente diz: "Trabalha como se tudo dependesse de ti, e confia, como se tudo dependesse de Deus". A bandeira, cujas cores - rosa, azul e branco - foram inspiradas na vestimenta de Nossa Senhora da Vitória, padroeira da capital do estado do Espírito Santo, foi concebida em 1908.


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Reply  Message 2 of 2 on the subject 
From: QUIM TROVADOR Sent: 24/04/2010 23:25


BANDEIRA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A bandeira do Espírito Santo foi criada em 1908 pelo Dr. Jerônimo Monteiro, então presidente do Estado, e adotada oficialmente a 7 de setembro de 1909. É composta de três faixas horizontais e de mesmo tamanho, nas cores azul, branco e rosa. Suas cores representam as cores das vestes de Nossa Senhora da Penha, padroeira do Estado. Ao centro da segunda faixa, um arco em letras azuis a trazer o lema "TRABALHA E CONFIA". Este lema foi inspirado na doutrina de Santo Inácio de Loyola, fundador da ordem religiosa Companhia de Jesus: Trabalhe como se tudo dependesse de ti, e confie como se tudo dependesse de Deus.


 
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