Page principale  |  Contacte  

Adresse mail:

Mot de Passe:

Enrégistrer maintenant!

Mot de passe oublié?

CAFEZAMBEZE
 
Nouveautés
  Rejoindre maintenant
  Rubrique de messages 
  Galérie des images 
 Archives et documents 
 Recherches et tests 
  Liste de participants
 INICIO 
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
 
 
  
  
  
  
  
  
  
  
  
 
 
  Outils
 
notcias: Associação Wapsala na imprensa inglesa: Como as mulheres moçambicanas combatem a
Choisir un autre rubrique de messages
Thème précédent  Thème suivant
Réponse Effacer le message  Message 1 de 1 de ce thème 
De: isaantunes  (message original) Envoyé: 05/06/2012 11:31

Associação Wapsala na imprensa inglesa: Como as mulheres moçambicanas combatem a malnutrição

05 de Junho de 2012, 00:17

A reportagem do jornal inglês The Guardian destaca o mercado de fruta e vegetais de Matinbine, bem como os pequenos produtores e vendedores destes produtos resultantes das últimas colheitas, na sua maior parte constituído por mulheres.

Todas elas fazem parte da Associação Wapsala e têm um papel muito importante no combate à malnutrição no país, apesar de todas as dificuldades que enfrentam.

São 33 as colectividades de agricultores, criadas para impulsionarem os pequenos produtores locais, garantindo o abstecimento anual de frutos altamente nutritivos numa área habituada a alguma carência.

Por outro lado, ajuda a debelar a malnutrição que já afecta cerca de 44% das crianças moçambicanas com menos de cinco ansos.

De acordo com o jornal, o projecto Wapsala é visto por especialistas moçambicanos em nutrição como um exemplo a ser aplicado em outras regiões do país e memso na África Austral.

O carácter associativo do projecto, enraizado no financiamento público e internacional, contrasta nitidamente com a prioridade dada ao investimento no sector privado, como foi proposto na última cimeira do G8.

O jornal cita Graciela Romero, a directora dos programas internacionais War on Want, que designa esta alternativa como a soberania da alimentação (promover a reforma agrária que ajude os pequenos produtores e os agricultores sem terra e estimule mercados locais e a auto-suficiência), em vez da atenção dada à segurança alimentar por parte dos países e instituições ocidentais.

Algumas mulheres produtoras declararam terem aprendido formas de guardar o excedente da produção depois das colheitas e ainda como armazenar os alimentos ao longo do ano. Por outro lado, estas mulheres têm estado a ensinar as mães sobre a nutrição e como introduzir outros alimentos nas papas das crianças, como frutas e nozes.

Para João Marcos Cossa, presidente da associação, a produção colectiva trouxe muitos benefícios e mudanças. O próximo objectivo é a construção de um novo armazém para poderem guardar mais excendentes da produção.

SAPO


http://noticias.sapo.mz/vida/noticias/artigo/1247813.html
 


Premier  Précédent  Sans réponse  Suivant   Dernier  

 
©2026 - Gabitos - Tous droits réservés