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MEU BRASIL BRASILEIRO - TODOS OS ESTADOS: ESTADO DE RORAIMA
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From: QUIM TROVADOR  (Original message) Sent: 24/04/2010 17:45


ESTADO DE RORAIMA

Roraima é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na Região Norte do país, sendo seu estado mais setentrional, e tem como limites a Venezuela (N e NO), Guiana (L), Pará (SE) e Amazonas (S e O). Ocupa uma área aproximada de 224,3 mil km2, pouco menor que a Romênia. Em Boa Vista, única capital brasileira totalmente no hemisfério Norte, encontra-se a sede do governo estadual, atualmente presidido por José de Anchieta Júnior.

Situado numa região periférica da Amazônia Legal, predomina em Roraima a floresta amazônica, havendo ainda uma enorme faixa de savana no Centro-Leste. Encravado no Planalto das Guianas, uma parte ao sul pertence à Planície Amazônica; estado chuvoso, é entrecortado por inúmeros rios por onde chegaram os colonizadores portugueses no século XVIII. Roraima constitui um diversificado mosaico de culturas, fauna e flora.

Seu ponto culminante, Monte Roraima, empresta-lhe o nome. Etimologicamente resultado de contração de roro (verde) e imã (serra ou monte), foi batizado por indígenas pemons da Venezuela.[2]

História

As primeiras expedições portuguesas na região remontam ao início da década de 1660, em busca de drogas do sertão, metais e pedras preciosas, e de indígenas para o apresamento. Entre estas, destaca-se a do Capitão Francisco Ferreira, que penetrou o vale do rio Branco (1718). A partir de 1725, missionários Carmelitas iniciaram a tarefa de conversão do indígena na região.

A criação da Capitania Real de São José do Rio Negro, pela Carta-régia de 3 de março de 1755, foi fruto da preocupação da Coroa portuguesa com as fronteiras do rio Negro e do rio Branco, a primeira ameaçada pelos espanhóis do Vice-reino do Peru, e a segunda pelas expedições de neerlandeses do Suriname, com fins de comércio e de apresamento de indígenas.

A medida foi ainda grandemente influenciada pelas demarcações previstas pelo Tratado de Madrid (1750): com a criação de uma nova unidade administrativa na região, pretendia-se implementar, na prática, a colonização do alto rio Negro, criando-se a infra-estrutura necessária ao encontro e aos trabalhos das comissões de demarcação portuguesa e espanhola, encontro esse que jamais ocorreu, tendo forças portuguesas ocupado nesse ínterim, provisoriamente, o curso do baixo rio Branco, efetuando plantações de mandioca e de outros víveres, para o aprovisionamento da Comissão.

Com o estabelecimento do Forte de São Joaquim do rio Branco a partir de 1775, diversos aldeamentos de indígenas convertidos foram estabelecidos para o seu serviço, entre os quais a povoação de Nossa Senhora do Carmo, fundada por religiosos Carmelitas. Durante o Brasil Império (1822-1889), esta foi elevada a vila e sede de freguesia com o nome de Boa Vista (1858). Com a proclamação da República (1889), a freguesia foi transformada no município de Boa Vista do Rio Branco (1890), integrante do Estado do Amazonas.

A pretensão britnica a alguns rios formadores do rio Branco (afluente do rio Amazonas), conduziu à chamada Questão do Pirara (1904). Submetida à arbitragem do rei Vítor Emanuel III da Itália, a região em litígio foi repartida entre ambas as partes, garantindo à Guiana inglesa uma saída fluvial para o Amazonas, e perdendo o Brasil a região oriental do Pirara.

A região foi desmembrada do Estado do Amazonas pelo Decreto-lei nr. 5.812, de 13 de setembro de 1943, que criou o território federal do Rio Branco, mais tarde denominado como território federal de Roraima (1962), e elevada a Estado pela Constituição brasileira de 1988.

Se a colonização da região foi incentivada em fins do século XIX com o estabelecimento de Fazendas Nacionais, um século mais tarde os garimpos de ouro e diamantes atraíram levas migratórias de diversas regiões do país. Esta imigração e exploração desordenadas ocasionaram muitos conflitos e mortes por doenças e assassinatos, sobretudo nas populações indígenas. Apoiados por políticos locais, os garimpeiros foram substituídos pela exploração agrícola em grande escala (agronegócio) em terras indígenas, gerando novos conflitos ao final do século XX e XXI.

Atualmente, quase todas as reservas indígenas do estado encontram-se homologadas.

 


Bandeira do estado de Roraima


Aplicação ...
Proporção 7:10
Adoção 1996
Cores Verde
Branco
Azul celeste
Ouro
Vermelho


A bandeira de Roraima é um dos símbolos oficiais do estado de Roraima, Brasil. Foi projetada por Mário Barreto, e criada pela Lei Estadual Nº 133 de 14 de junho de 1996, que "Dispõe a adoção de Símbolos do Estado de Roraima, em conformidade com o Art. 10 da Constituição Estadual e dá outras providências"[1].

Descrição

Seu desenho consiste em um retngulo com proporção largura-comprimento de 7:10 dividido em três faixas diagonais no sentido esquerda para direita, e de baixo para cima. As cores das faixas são, respectivamente: azul celeste, branca e verde. Próximo à parte inferior da bandeira há uma faixa vermelha estreita. No centro da bandeira, apoiada sobre a faixa vermelha, há uma estrela em ouro com dimensões que extrapolam à da faixa branca central.

Simbolismo

As cores principais da bandeira (verde, amarelo, azul e branco) são uma representação da integração do estado com o Brasil, separadamente cada cor tem um significado específico:

O verde representa as densas matas e cerrados;
O amarelo, a farta riqueza mineral;
O branco, a paz; e o azul, o céu e os puros ares de Roraima;
A fina faixa vermelha simboliza a linha do equador;
A estrela ouro, Muliphem, que na bandeira nacional representa o estado de Roraima.


Antiga bandeira do Território Federal de Roraima (até 1986).

 



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From: QUIM TROVADOR Sent: 24/04/2010 17:47
 


CULINÁRIA

Paçoca


Paçoca feita de carne seca triturada e farinha de mandioca.A Paçoca é uma comida de origem indígena feita a base de farinha de mandioca e carne seca. No Nordeste do Brasil a paçoca é um prato típico e muito degustado durante os festejos juninos. Em Minas Gerais existe um evento anual chamado Festa Nacional da Paçoca[1] em Bonito de Minas que festeja a paçoca tradicional feita de carne bovina e em São Paulo, na cidade de Pilar do Sul existe o Festival da Paçoca.[2] No Paraná[3] a paçoca faz parte da tradição culinária.

 


Pratos de Roraima


Paçoca com Banana
Ingredientes
1 kg de carne de sol, pimenta,alho,vinagre, cebolas vermelhas,
farinha de mandioca, óleo água, banana-da-terra.
Modo de Preparo
Colocar a carne de molho na água, trocando-a de vez em quando para tirar o sal.
Tempere e deixe tomar gosto.
Refogar com um pouco de óleo e acrescentar água quente suficiente para ficar a carne macia.
Quando a água secar, acrescentar o óleo e fritar a carne.
Juntar a cebola em rodelas e refogar mais um pouco.
Tirar o excesso de gordura e acrescentar a farinha.
Passar a carne com a farofa no liquidificador. Acrescentar bananas em rodelas e misturar.

http://www.litoralsulcapixaba.com.br

 


Torta de Cupuaçu

Ingredientes

100 g de açúcar, 150 g de castanha ralada,
200 g de manteiga, 250 g de trigo, vanila a gosto,
1/2 kg de doce ou geléia de cupuaçu.

Modo de Preparo

Reservar um pequena porção de doce de cupuaçu.
Miturar todos os ingredientes e depois colocar a mistura em forma untada de manteiga e polvilhada com trigo.
Levar ao forno em temperatura moderada.
Desenformar e espalhar por cima o doce ou a geléia de cupuaçu reservado, previamente aquecido.

http://www.brasilchannel.com.br

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From: QUIM TROVADOR Sent: 24/04/2010 17:47


PEDRA PINTADA

COCAIS
Cocais, distrito do município de Barão de Cocais, MG, fundada em 26 de julho de 1703, faz parte da Estrada Real – o circuito do Ouro –, lugar histórico que tem como destaque, além de igrejas e casas coloniais, a Cachoeira de Cocais e o Sítio Arqueológico da Pedra Pintada
sexta-feira, 28 de março de 2008

Sítio Arqueológico da Pedra Pintada



Trecho Cocais-Pedra Pintada
Fotógrafo Adolfo Castro

Fotógrafo Henry Yu

Datada de seis mil anos antes de Cristo, a Pedra Pintada, testemunho da arte pré-histórica, possui desenhos semelhantes aos das grutas de Altamira no norte da Espanha e Lascaux no sul da França. A arte rupestre é constituída por representações figurativas, pintadas ou gravadas em rochedos – quartzitos – ou paredes de cavernas. As pinturas representam animais da região e sistemas de contagem.

As pinturas podem ser divididas em três painéis:

1 – Esquemático-sistema de contagens e pontuações.

2 – Naturalismo-sistema figurativista sobre a fauna da região e desenho estilizados.

3 – Justaposição de esquematismo e naturalismo, quando se apresentam pontuações em torno de figuras, produzindo símbolos com diversos animais como macacos, veados, aracnídeos, mamíferos, aves, peixes, além de armas como lanças e pontas de flechas. Os citados painéis estão situados da esquerda para a direita de quem entra na plataforma rochosa da Pedra Pintada.

Em 1988, o professor e arqueólogo, André Prous, chefiou uma equipe da UFMG e do IEPHA (arqueóloga Maria Elisa) que copiou mais de três mil pinturas, cujo acervo, em microfichas, está disponível para pesquisa no Museu de História Natural da UFMG, no Horto de Belo Horizonte e no Museu do Homem de Paris, França.

O sítio Arqueológico da Pedra Pintada com suas inscrições rupestres, está situado a 3,5 km da Vila Colonial de Cocais, distrito de Barão de Cocais. Localizado na Serra da Conceição, limite sul do supergrupo Espinhaço, a 250 m a nível do mar, foi estudado em 1843, pelo dinamarquês Peter Lund.

Mais recentemente, durante dois anos, os grandes painéis compostos por cenas de diversos animais e símbolos, registrados em diferentes estilos de grafismos, foram estudadas pelas historiadoras Alexandra Simões Siqueira e Janaína Fonseca Mota. As 122 pinturas foram feitas com pigmentos minerais, basicamente o ferro, divididas em três painéis, onde predominam os animais: macacos, veados aracnídeos, aves, mamíferos, peixes, além de armas com lanças e pontas de flechas.

Pelo fato da maior parte das representações aludir a animais de caça, poderiam referir-se a técnicas de obtenção de alimentos ou a rituais religiosos. A localização das pinturas descarta um objetivo ornamental. A sua característica naturalista nos leva a associá-las à magia, com representação de animais da fauna da região em figuras lineares e bidimensionais. O local apresenta características ritualísticas, e não parece ter sido usado para moradia no passado.

O Sítio Aqueológico está localizado em área particular, mas está aberto à visitação mediante pagamento de uma pequena taxa.

ARQUEOLÓGICO: Materiais das culturas dos povos pré-históricos ou históricos.
RUPESTRES: Diz-se do que é gravado ou traçado na rocha.
SÍTIO: Local ocupado por um determinado corpo.

Veja mais fotos em:
www.baraoonline.com.br/pintura.htm
www.pousadadascores.com.br


 
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